sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Benefícios do coaching para a vida pessoal e profissional

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O coaching atua diretamente no equilíbrio da vida pessoal e profissional, pois oferece uma maneira positiva de obter equilíbrio entre diversas áreas da vida. A atividade cria um espaço confortável para esse encontro interno e externo, destaca a terapeuta floral, astróloga e coach, Lyziane Menezes. O coaching responde questões como: quais interesses pessoais quero desenvolver? Será que trabalhar o tempo todo me faz feliz? Como posso me destacar na minha carreira? Para descobrir como o coaching funciona na rotina diária a terapeuta esclarece algumas dúvidas sobre o assunto.
Existem vários estilos de coaching, nos quais se pode explorar áreas especificas, como, por exemplo, o emagrecimento, vocal, life coaching (lição de vida) que inspira a linha da vida como um todo, business coaching (lição de negócios - empreendedorismo), entre outros. No coaching você busca ampliar suas ações diárias, tendo um acompanhamento da sua rotina e encontros frequentes (semanais ou quinzenais) com um especialista.
Desenvolvimento pessoal leva ao sucesso?
O coaching mostra os benefícios de valorizar sua vida pessoal. Ao desenvolver seus interesses você se torna uma pessoa melhor, mais criativa e poderá descobrir um novo caminho na vida que o levará a uma nova carreira. Para o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional o coaching ajudará você a:
1. Acreditar mais em si mesmo
2. Ter autoconhecimento
3. Concentrar-se nos seus objetivos
4. Ampliar seus relacionamentos
5. Descobrir outras paixões
6. Reduzir o stress
7. Encarar cada novo dia com entusiasmo
8. Ter coragem para tomar decisões
9. Motivação
10. Autoestima


Crie um plano para equilibrar sua vida
Quando você abraça todas as partes da sua vida como um todo, sequencialmente ganha mais energia positiva. Buscar mais equilíbrio para sua vida pessoal não significa que você deve ignorar seu trabalho. Você aprenderá a fazer escolhas melhores para as duas situações. Pequenas mudanças na sua agenda irão gradualmente mudar seus pensamentos em relação ao trabalho. "Com o coaching você aprenderá a curtir outras áreas da sua vida que não estejam relacionadas ao trabalho. Sua vida deixará de ser apenas um amontoado de dias de trabalho para se tornar uma experiência única a cada novo dia" explica Lyziane Menezes.
Por que contratar um coaching?
Do ponto de vista pessoal, o coaching é uma ferramenta que permite você a olhar além da situação que você está atualmente, entendendo seus desejos e conexões com o futuro daquilo que você é. Normalmente, as pessoas querem ter muitas coisas como, por exemplo, ter um bom emprego, um relacionamento estável ou uma família feliz. O "ter", na maioria das vezes, projeta um âmbito pessoal relacionado a algo externo, por isso, a pessoa visualiza muito pouco o objetivo a ser alcançado, por não conseguir enxergar os passos que virão antes disso. O passo anterior que é trabalhado no coaching é o "ser", sendo o alicerce de tudo. No qual, aprofunda-se esse ser por meio das ações diárias no cotidiano.
Seja grato!
Quando você é grato, automaticamente é uma pessoa feliz! Antes de possuir algo, faça o simples ato de agradecer, transmitindo energia positiva à sua volta.
Benefícios do coaching
Os benefícios do coaching são inúmeros, você passa a acreditar mais em si mesmo, passa a ter bem estar, tranquilidade, autoconhecimento, você aceita mais as oportunidades, dizendo sim para o novo, o diferente e o inesperado. Do ponto de vista profissional, estando dentro de uma organização ou não, ele é muito bem vindo de todas as formas. Por exemplo, se você está dentro de uma organização e deseja subir de cargo, o coaching trabalha justamente nesse passo de onde você está e em qual lugar você deseja chegar, explorando as competências necessárias para que isso aconteça, usando sempre como base o: "ser, fazer e o ter". Para isso, é importante avaliar o currículo, como a pessoa se comporta nas diferentes situações, missão e valores que busca.
Diferença: terapia X coaching
O choaching e a terapia são áreas distintas e não apresentam semelhanças nas suas funções. A terapia atua de uma maneira passiva, acolhendo, discutindo questões, possibilidades e fazendo com que a pessoa entenda o que ela está vivendo naquele momento atual, mas dificilmente cria ações. É considerado um processo de cura e entendimento, em vez de necessariamente a construção de um futuro diferente.

Já o coaching é um nicho voltado totalmente para o autoconhecimento, entendendo seu objetivo no presente e futuro, eliminando barreiras, criando ações de transformação no dia a dia, aumenta a qualidade de vida, equilíbrio, organização de tempo, prioridades, capacidade de sonhar, acreditar em si mesmo, relacionamento interpessoal, projeção do futuro, foco, autoconfiança e por fim, o coaching cria uma trajetória para todas as áreas da sua vida.

Por uma educação que nos ensine a pensar e não a obedecer.

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Na escola, nós aprendemos que a filosofia é a mãe de todas as ciências. Aprendemos sobre a importância da filosofia na formação do pensar humano em todas as vertentes, desde das questões sobre o homem e o universo, até discussões acerca do amor e da política. Dada a sua importância, deveríamos ter uma educação com viés filosófico. Ou seja, uma educação que buscasse desenvolver em nós um olhar crítico para o mundo que nos cerca e o nosso mundo interior. Entretanto, o que recebemos de forma contrária, é uma educação acrítica e completamente tecnicista, que tem como função primordial criar soldados bem treinados para o famoso “mercado de trabalho” ou em uma tradução livre – “campo de batalha do capitalismo selvagem”.
A polêmica reforma no ensino médio promovida recentemente pelo Governo Temer, para muitos – professores, inclusive – é de se temer, com o perdão do trocadilho. Uma mudança tão significativa na sociedade (já que a educação é ou pelo menos deveria ser vista como o principal vetor de transformação social) deveria passar por uma discussão mais profunda, com ampla participação dos principais interessados, estudantes e professores. O que não ocorreu em momento algum, mesmo sob fortes protestos dos excluídos da sua própria pauta, levando-nos, até mesmo, a pensar na nossa fragilidade democrática.
Mas o fato é que ela foi aprovada e está apta para entrar em prática. E, é bom que se diga, a educação de fato precisava de mudanças, transformações. Digo mais, não só no ensino médio, mas na educação como um todo. No entanto, essa reforma vai tornar a educação melhor em que sentido? No sentido filosófico ou tecnicista?
Não há problema em preparar os jovens para o mercado de trabalho, mas uma educação transformadora, vai muito além disso. Dessa maneira, por mais que a reforma no ensino médio torne a educação mais eficaz na preparação técnica dos jovens, sobretudo, por haver uma divisão do trabalho, digo, estudo em áreas do conhecimento específicas; ela apagará totalmente a brasa da esperança de uma educação crítica. Isso ocorrerá porque não há como pensar filosoficamente sem que todas as áreas do conhecimento possuam a mesma importância e valorização, sem interdisciplinaridade (a base no Enem), sem a provocação para o aluno e que a partir disso o levará ao aprofundamento de certa área ou certo saber que mais lhe apraz e o faz se sentir vivo enquanto sujeito individual e coletivo.
Ao subjugar alguns saberes, como filosofia, sociologia e história, mas não apenas estes, a um patamar de inferioridade em relação à língua portuguesa e inglês, por exemplo, a mensagem que o governo passa é de que o importante é saber fazer alguma coisa, isto é, aprender os “comos”, deixando de lados os “porquês”. Isso me lembra o mundo distópico de Fahrenheit 451 de Ray Bradbury, em que os livros e todo o pensamento crítico e poético incutido neles são queimados, a fim de haja a manutenção da ordem em uma sociedade tecnicista em que fazer perguntas é coisa de gente “maluca”.
Sendo assim, perdemos mais uma oportunidade de promover modificações realmente significativas na educação brasileira. E não adianta dizer que perguntas não ajudam ninguém a arrumar um trabalho, já que isso é uma constatação óbvia, afinal, o que o mercado quer são profissionais excelentes na arte de obedecer, sem jamais questionar. Mas o que você, caro ser “pensante”, não consegue perceber é quão necessárias são as perguntas para que se questione todas as problemáticas existentes na sociedade e, assim, se consiga combater os males na origem, ao invés de ficar comprando verdades como mentiras, como dizia Orwell.
Certa feita foi dito no cinema por um professor que palavras e ideias podem mudar o mundo. Bom, eu acredito nisso e, portanto, acredito em uma educação filosófica, em que todos os saberes e todas as ciências sejam importantes e utilizados na formação de mais do que estudantes, de indivíduos capazes de se perceberem enquanto agentes sociais imprescindíveis para que o mundo continue em uma rota evolutiva. Apesar disso, muitos continuarão acreditando que o que precisamos mesmo é de mais soldados capazes de manter o campo de batalha intacto, protegido e sem ataques. Assim, só me restam as palavras de Símon Bolívar, duras e mais do que nunca, verdadeiras, já que: “Um povo ignorante é o instrumento cego da sua própria destruição. ”


Por: Erick Morais Morais

Temas de Redação do ENEM de 1998 a 2017

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Preparamos uma lista completa dos temas que já caíram na Redação do Enem nas edições anteriores. Uma dica é você escrever alguns dos temas que já caíram e mostrar para seu professor, assim terá muitas informações úteis para se sair bem na Redação do ENEM.
1998 – “Viver e aprender”
1999 – “Cidadania e participação social”
2000 – “Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional?”
2001 – ““Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?”
2002 – “O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais de que o Brasil necessita?”
2003 – “A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo?”
2004 – “Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação?”
2005 – “Trabalho infantil no Brasil”
2006 – “O Poder de Transformação da Leitura”
2007 – “O Desafio de se Conviver com a Diferença”
2008 – “Como preservar a floresta Amazônica”
2009 – “O indivíduo frente à ética nacional”
2010 – “O trabalho na construção da dignidade humana”
2011 – “Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado”
2012 – “O movimento imigratório para o Brasil no século XXI”
2013 – “Os efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil”
2014 – “Publicidade infantil em questão no Brasil”
2015 – "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira"

2016 - “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.
 2017 – Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil | Caminhos para combater o racismo no Brasil

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Os 5 erros de português mais cometidos em concursos

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Dominar gramática, interpretação de textos e redação é fundamental para se garantir em qualquer concurso.
Por isso, a prova de português não deve ser subestimada por quem acha que já domina a língua, segundo Pollyana Dieine, especialista em concursos e professora do Universo do Concurso. “É um estudo que demanda tempo, atenção e disposição”, alerta.
Além de pressupor que já conhece a matéria, o concurseiro pode pecar pela pressa, de acordo com Verônica Ferreira, professora de Língua Portuguesa do site Questões de Concursos. “É comum que o candidato leia os textos apenas uma vez, e parta para a resposta achando que já entendeu tudo”, afirma.
Veja a seguir alguns dos problemas mais enfrentados por concurseiros em provas de português, segundo a professora Verônica, e como impedir que eles comprometam o seu sucesso:


1) Interpretação de enunciados e textos
“O candidato muitas vezes tem o péssimo hábito de não ler o texto, ou de só achar que leu”, afirma. Segundo Verônica, muita gente não tem paciência para absorver os textos, ou fica tão preocupado com o tempo que perde a concentração na leitura.


Dica da professora: No caso de um enunciado, marque os verbos de comando - aqueles que distinguem a ação esperada do candidato, tais como “justifique”, “indique”, “comente”. Também vale reler com calma o que está proposto para garantir que você compreendeu bem. O mesmo vale para textos que você precisa analisar.


2) Uso da crase
Tema que confunde muita gente, a fusão do artigo feminino “a” com a preposição “a” tem regras específicas de emprego.


Dica da professora: Você está seguro de que não tem dúvidas sobre o uso da crase? Verônica aconselha uma revisão sobre o tema, com atenção especial para os casos optativos, isto é, aqueles em que a crase pode ou não ser usada.


3) Ortografia
Dependendo da banca, deslizes de ortografia podem eliminar um candidato. “É um erro clássico, que revela um candidato que não lê ou que não se preocupa com o que lê”, diz Verônica.


Dica da professora: Cultivar o hábito de ler jornais, revistas, livros e sites ajuda a diminuir os erros. Isso vale também para melhorar a redação.


4) Emprego de pronomes
Tema recorrente em provas, questões sobre pronomes frequentemente aparecem como “pegadinhas”. O concurseiro precisa tomar cuidado para não confundir as regras sobre colocação de pronomes oblíquos átonos, como “me”, “te”, “se”, “lhe”, “o” e “a”.


Dica da professora: Na língua falada, frequentemente ouvimos e falamos frases como “Me entregaram uma carta” ou “Você viu ela?”, que são incorretas segundo a norma culta. Para não se confundir na hora de escrever, é bom voltar aos livros e estudar com atenção as diferenças no uso de cada pronome.


5) Onde x aonde
Mais uma vez, a influência do português falado pode atrapalhar o concurseiro. Apesar de muita gente empregar “onde” e “aonde” indistintamente na língua oral, o mesmo não vale para a escrita, o que gera muitos erros em provas.


Dica da professora: “Onde” é empregado para ideia de algo fixo, que não tem movimento, como em “Onde você mora?”. Já “aonde” acompanha verbos que dão ideia de movimento, de mudança, como em “Aonde você foi?”. Para não fazer feio, o concurseiro precisa memorizar essa distinção básica, segundo Verônica.

Possíveis Temas da Redação do Enem 2018

1. Consumismo e Ostentação

Na sociedade capitalista neoliberal em que vivemos, o consumo é um dos aspectos mais importantes, pois relaciona-se com a economia de uma país, já que se a população diminui o consumo por conta de uma crise, a indústria freia a produção, os empregados perdem seus empregos e este processo torna-se uma verdadeira bola de neve. Deste modo, o consumo faz parte da vida de todos, pois é necessário consumir para comer, beber, morar, vestir, locomover-me etc. Mas quando este consumo passa do que é item de primeira necessidade para o supérfluo, o consumismo pode ser encarado inclusive como transtorno psicológico, uma válvula de escape para os problemas. Considerando o contexto imediatista e de alta exposição que vivemos atualmente nas redes sociais, a ostentação atrela-se ao consumismo de tal modo que pode criar uma sociedade altamente exposta, consumista e que ostenta bens desnecessários.

2. Analfabetismo funcional no Brasil

O número de analfabetos funcionais no Brasil ainda é expressivo, infelizmente. O analfabeto funcional é aquele que não consegue interpretar e compreender, de maneira proficiente, um texto, não sendo hábil em estabelecer relações entre textos, formular hipóteses e inferências etc. A educação e os hábitos de leitura e de escrita estão intimamente ligados com essa questão, o que gera consequências catastróficas para o país em vários sentidos (social, econômico, cultural, educacional etc). A alfabetização é o primeiro passo para a cidadania e uma pessoa analfabeta tem esse direito privado.

3. Bullying nas escolas

O bullying é, infelizmente, um problema comum nas escolas de todo o mundo e no Brasil não é diferente. Casos de violência verbal, física e sexual que humilham, ofendem, machucam e magoam crianças e adolescentes devem ser tratados com muito cuidado pelas famílias e pelas escolas, que precisam trabalhar de maneira conscientizadora junto ao agressor, ao alvo e aos demais alunos que nada fazem para combater os atos de bullying. O suicídio está aumentando entre os jovens e uma das maiores causas é a depressão recorrente de bullying.

4. Desigualdade entre homens e mulheres no Brasil

A questão do gênero já foi abordada pelo Enem quando este colocou como tema da proposta de redação a violência persistente contra a mulher no Brasil e pode ser abordada novamente com este tema. Pesquisas comprovam que mulheres, no geral, estudam mais tempo do que os homens, mas mesmo assim ganham, no geral, cerca de 30% a menos do que homens em cargos equivalentes. Mulheres são chefes de milhões de famílias, mas ainda são os homens que mais ocupam cargos de chefias nas empresas. Homens legislam causas femininas, como a legalização do aborto, por exemplo; as mulheres são a minoria em cargos políticos no Brasil. Como reverter essa situação injusta? Como arrancar o machismo da sociedade?

5. Os limites de humor e a liberdade de expressão

Humoristas têm sido alvo de processos judiciais de pessoas que sentem-se ofendidas e humilhadas por piadas propagadas em canais de televisão, rádios e internet. Eles dizem ser apenas uma piada, que esta não incentiva nenhum tipo de preconceito, mas ela sempre tem um alvo. As pessoas ofendidas sentem-se no direito de não gostar da piada, assim como o humorista sente-se no direito de fazê-la. O humor tem limites? O humorista deve, necessariamente, estar pronto para as respostas e rebatidas do público? O politicamente correto ameaça a liberdade de expressão do humor?

6. A nova constituição familiar no Brasil

A família típica de propaganda de margarina – pai, mãe, filhos e cachorro, numa manhã alegre de sol, em volta da mesa, felizes – não é mais a única formação familiar presente na sociedade brasileira. Há mães solteiras (divorciadas ou viúvas), pais solteiros (nas mesmas situações), pais divorciados que compartilham a guarda dos filhos, crianças que são criadas por avós, tios, madrinhas; há famílias que adotam filhos, há famílias sem filhos; há famílias compostas por duas mães, outras compostas por dois pais; há ainda famílias cujo pai ou mãe são transexuais… Ou seja, além dos laços biológicos, devemos considerar os laços de afeto e de amor que unem as pessoas, porém, a cada dia que passa, vemos um projeto teológico de Estado (mesmo este sendo laico de acordo com a Constituição Federal de 1988) que legisla em favor de sua causa e contrário à minorias e isso resvala nas novas constituições familiares. É mais um tema no qual o respeito deve estar acima de tudo. O que é teológico, deixemos para a teologia. O que é social e coletivo, deve ser política pública de um Estado laico.

7. Consciência ambiental

Há tempos o Enem prioriza os temas de viés social e não aborda temas voltados à questão do meio ambiente, da preservação da natureza e da consciência ambiental. Quando vemos que grande parte da Amazônia pode ser “leiloada” para grandes empresas, temas com esse viés são de suma importância. E engana-se quem pensa que a questão ambiental não afeta o lado social, pois afeta, e não só os índios que estão sendo mortos e perdendo suas terras, mas a todos nós, pois, até onde se sabe, não há condições de vida em outra planeta. Há até quem pense e diga que o efeito estufa é uma invenção mentirosa…

8. Destino do lixo no Brasil

Não é de agora que existe uma preocupação dos gestores públicos, dos empresários, dos ambientalistas e da sociedade geral no que diz respeito ao destino do lixo no nosso país, já que sofremos muito com questões relacionadas ao lixo: sujeira nas ruas, poluição de rios e mares, descarte inapropriado de lixo hospital, falta de coleta seletiva, reciclagem pouco eficiente etc. Esta problemática pode causar danos à saúde e ao meio ambiente (por meio da contaminação do solo e dos lençóis freáticos).

9. Os casos da mobilidade urbana

O Brasil enfrenta muitos problemas em relação a mobilidade urbana de seus cidadãos. Por sermos um país de dimensões continentais, escoar a produção agrícola, agropecuária e de todos os ramos industriais nunca foi uma tarefa de fácil logística para nós que, particularmente, priorizamos o transporte rodoviário em detrimento do ferroviário e do fluviário e ainda fez isso mal, já que há rodovias praticamente intransitáveis, principalmente no Norte e no Nordeste do Brasil, enquanto há uma extensa malha ferroviária desperdiçada. Além disso, dentro das próprias cidades as pessoas enfrentam problemas graves, como transportes públicos caros, sem conforto ou segurança, que atrasam, que quebram e que, assim, não oferecem um bom serviço. Atualmente, com a popularização dos aplicativos de transporte como o Uber, vemos uma verdadeira guerra entre taxistas e motoristas de Uber pelos clientes.

10. Desafios da saúde pública brasileira

Diferentes dos Estados Unidos, no qual não há um sistema público de saúde, o Brasil possui o SUS (Sistema Único de Saúde) que tem como objetivo oferecer tratamentos médicos a todos os cidadãos brasileiros, porém ele apresenta, há anos, inúmeras deficiências: longas filas de espera por consultas, exames e cirurgias; hospitais com déficit de enfermeiros, médicos e outros profissionais da saúde; carências de aparelhos de exames laboratoriais e de imagem, além da falta de itens básicos; infraestrutura física precária etc. Ou seja, na realidade, o SUS enfrenta muitos desafios a fim de atender a todos com respeito e dignidade. O programa Mais Médicos do Governo Federal criou certa polêmica ao trazer de países estrangeiros médicos para trabalharem em cidades que enfrentam justamente a falta destes profissionais.

11. Variedade linguística no Brasil

Sabe-se que hoje o Português do Brasil é uma língua diferente do Português de Portugal e pesquisas na área da Linguística apontam que a variedade, ou seja, a diversidade linguística no nosso país é enorme. Por exemplo, um gaúcho fala diferente de um carioca; uma pessoa que mora em uma grande cidade fala diferente de uma pessoa que mora numa zona rural; mulheres falam diferente dos homens; pessoas mais velhas falam diferente dos meus jovens e assim por diante. Não estamos falando só de gírias ou de sotaques, mas também de colocação pronominal, concordância verbal e de número, regência verbal etc. O que é variedade para a Linguística é vista pelos gramáticos normativos como erro ou desvio, o que pode causar na sociedade o chamado preconceito linguístico. Pessoas que não tiveram acesso à educação formal, escolar, pela qual temos contato com a gramática podem ser discriminadas, o que é inadmissível.

12. Ideologia de Gênero no Brasil

O modo como este tema foi escrito é equivocado, pois não existe ideologia de gênero. Tal nome é dado pelas pessoas contrárias ao debate sobre gênero e sexualidade que abarca questões como homossexualidade, bissexualidade, transexualidade dentre outras designações e seus aspectos inerentes. Há quem afirme, como o Escola Sem Partido, que há uma ideologia de gênero nas escolas brasileiras, o que não é verdade; o que é verdade é que deve haver debates e discussões esclarecidas, sem nenhum preconceito, sobre tais questões e que os jovens alunos devem aprender a respeitar as diferenças. O Brasil é o país que mais mata pessoas da comunidade LGBT no mundo e isso não é normal.

13. Ansiedade, depressão e suicídio

A depressão já é considerada por muitos médicos como o mal do século XXI; há ocorrências de transtornos de ansiedade em todas as faixas etárias; está aumentando o número de suicídios entre jovens, inclusive no Brasil e a depressão normalmente é um sinal de alerta. Ansiedade, depressão e suicídio são problemas individuais que têm consequências coletivas, já que vidas estão se perdendo.

14. Corrupção na sociedade e suas diversas formas de manifestação

Corrupção não é apenas cobrar e pagar propina, superfaturar uma obra ou manter um caixa dois de campanha. Corrupção também é falsificar carteirinha de estudante, furar filas, estacionar o carro em vaga especial, colar na prova, usar atestado médico falso, usar TV paga não oficial etc. Estes são alguns exemplos de algumas formas de como a corrupção manifesta-se na sociedade.

15. A tecnologia e a infância

A cada dia que passa, crianças cada vez mais novas têm seu primeiro contato com as tecnologias analógicas e digitais. Os tablets e os smartphones são as novas babás, substituindo a televisão, babá dos anos 80 e 90. Com isso, crianças podem ser influenciadas pelas mídias digitais, seus profissionais e conteúdos sem que os pais percebam.

Fonte: http://www.vestmapamental.com.br/biologia/15-temas-da-redacao-para-o-enem-explicados-e-resumidos/

Atenção com o fuso horário na prova do Enem

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Imagine a seguinte situação: Você estuda o ano todo para o Enem. No dia anterior, dorme bem e e se alimenta de forma leve e balanceada. Separa o que vai levar para a prova (documento, água, caneta etc) e quando chega no local, às 12h15, tem uma péssima surpresa! Os portões já estão fechados!
Como assim? Saiba que isso pode acontecer em diversos estados! Culpa do fuso horário!
Primeiramente vamos ver a notícia completa: As provas do Enem estão marcadas para os dias 08 e 09 de novembro, às 13h do horário de Brasília!
Dito isso, é importante lembrar que no próximo dia 20 começa o período do horário de verão. Por isso, alguns fusos também são diferentes. Veja os fusos dos estados brasileiros (referente ao período de verão) no mapa abaixo:
Legenda: Estados em verde têm -2 horas em relação ao horário de Brasília. Estados em laranja têm -1 hora em relação ao horário de Brasília. Estados em amarelo têm 0 horas em relação ao horário de Brasília.


Assim sendo, segue o resumo do horário que iniciará as provas do Enem, em cada estado brasileiro:
  • Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, e Distrito Federal – início às 13h e 30min locais.
  • Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Pará, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – início às 12h e 30mih locais.
  • Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia – início às 11h e 30min locais.

Portanto, agora não tem como errar a hora! Basta lembrar que os horários que destacamos para cada estado é do início das provas. A recomendação é que você esteja no local que realizará o exame uma hora antes.

Estudantes devem ficar atentos a itens obrigatórios durante provas do Enem

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Os candidatos que farão as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) devem ficar atentos aos itens obrigatórios durante as provas.
Nos dias de aplicação do exame é obrigatória a apresentação de um documento de identificação original com foto. Para saber quais são os documentos aceitos, é importante que o candidato verifique o edital. Em casos de perda, extravio, furto ou roubo do documento de identificação, é preciso apresentar um boletim de ocorrência. Segundo o edital, o boletim deve ter sido expedido “por órgão policial há, no máximo, 90 dias do primeiro dia de aplicação do exame”.
Outro item obrigatório é a caneta esferográfica, que deve ser de tinta preta e fabricada em material transparente. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informa que se o candidato usar caneta com tinta de outra cor, a leitura ótica do cartão-resposta pode ser comprometida.
No site do Enem, o Inep informa também que apesar de não ser um documento obrigatório, é recomendável que o candidato leve o cartão de confirmação da inscrição. Além do local de prova, ele traz o número de inscrição, a data e o horário das provas, a opção de língua estrangeira, solicitação de certificação do ensino médio, se for o caso, além da indicação de atendimento especializado ou específico, se tiver sido solicitado pelo participante.
O Inep alerta para os motivos que podem eliminar o candidato, como fazer consultas ou comunicar-se com outros participantes durante o período das provas. Também não é permitido portar lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações e qualquer dispositivo eletrônico como, por exemplo, calculadoras, telefones celulares, smartphones, tablets, gravadores, relógios, entre outros. Não é permitido também usar óculos escuros, boné, chapéu, viseira, gorro ou similares. Se estiver com um desses itens, o participante deverá colocá-lo no porta-objetos fornecido pelo aplicador.
Também será motivo de eliminação portar qualquer arma, mesmo tendo autorização de porte, sair definitivamente da sala de prova antes de completadas duas horas do início do exame ou receber da equipe de aplicação informações sobre o conteúdo. Para saber mais dicas, o candidato pode acessar a página do Enem, além de verificar o edital da prova.
As provas serão aplicadas em todos os estados e no Distrito Federal. Os portões serão abertos ao meio-dia e fechados às 13h, no horário de Brasília.
Para ajudar estudantes a se preparar para os exames, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) preparou o aplicativo Questões Enem, que reúne todas as questões da prova, desde a edição de 2009. No sistema, é possível escolher as áreas de conhecimento que se quer estudar. O acesso é gratuito.
O que levar
- É obrigatória a apresentação de um documento de identificação original com foto. No edital estão os documentos aceitos.
- Em casos de perda, extravio, furto ou roubo do documento de identificação, é preciso apresentar um boletim de ocorrência expedido “por órgão policial há, no máximo, 90 dias do primeiro dia de aplicação do exame”
- Caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente
Motivos que podem eliminar o candidato:
- Consultar ou comunicar-se com outros participantes durante o período das provas
- Portar lápis, lapiseira, borrachas, caneta que não seja de material transparente, livros, manuais, impressos e anotações. Portar qualquer dispositivo eletrônico
- Usar óculos escuros, boné, chapéu, viseira, gorro ou similares
- Portar armas
- Sair definitivamente da sala de prova antes de completadas duas horas do início do exame
- Receber da equipe de aplicação, informações sobre o conteúdo do exame


Editor Graça Adjuto