quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Dia do amigo!
Amigo é...
Amigo é um Anjo que está sempre ao nosso lado mesmo que na distância...
É aquele que compartilha nossas alegrias e minimiza nossas tristezas...
É aquele que se cala nas horas certas e dentro desse silêncio nos diz tudo...
É aquele que nos aceita, não pelo que temos, mas pelo que somos!
Amigo verdadeiro é anjo, é presença, é carinho, é paz, é tudo...
Feliz Dia do Amigo!
Amizade é fundamental...!
Você já parou para pensar no valor da amizade? Quem sabe, poucas vezes! Mas tenho certeza que muitas foram as vezes que parou para pensar no valor da conta do telefone, luz, água, etc. Que valor é esse que alimenta as pessoas e as faz se aproximaem? como definir o que é amizade? Se for possível? Quais são os atributos de um verdadeiro amigo?
Para começar essa reflexão, gostaria de apontar fundamentalmente para a amizade como a essência da vida humana. Em outras palavras, diria que a base social da amizade é a verdade. Pessoas que sustentam sua essência com base na verdade, são pessoas de fácil convivência - pessoas amigas. Mas como saber se uma pessoa é amiga ou não? Assim, qual é o valor da Amizade? A amizade vale tanto quanto a Verdade.
É bom ter amigos! Pessoas que são verdadeiras são pessoas que a sociedade geralmente ignora, pois às chama de ingênuas.
A amizade sempre é fundamental! No entanto, aproveite para passar com os melhores amigos os melhores momentos de sua vida! Obrigada amigos por vocês existirem!
20 de julho / Dia do AMIGO... F e l i c i d a d e s...!
domingo, 17 de julho de 2011
Sopa combina com inverno
Sopa à brasileira
1 xícara de arroz cozido
2 xícaras de água do cozimento do arroz
Tomate, cenoura, sal e coentro a gosto
1 concha de feijão
½ alho picado
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Leve ao fogo para apurar. Sirva quente. Quanto mais tomate adicionar, mais vermelhinha a sopa.
Sopa creme de cebola
Ingredientes:
6 cebolas grandes
1 colher de (sopa) de azeite de oliva
3 colheres de (sopa) de margarina
1 tablete de caldo de galinha
1 lata de creme de leite
Queijo parmesão ralado
8 batatas
Sal
Modo de fazer:
Em uma panela grande derreta a margarina com o azeite. Junte as cebolas fatiadas e deixe amolecer. Passe pelo liquidificador e devolva à panela. Numa panela de pressão cozinhe as batatas com água (cerca de 2 litros) e o caldo de galinha. Bata as batatas no liquidificador com um pouco da água da fervura. Junte à cebola e coloque o restante do caldo. Acerte o sal, deixe apurar. Pouco antes de servir, com a panela desligada junte o creme de leite com soro e mexa bem. Sirva com croutons ou torradinhas, queijo ralado e um fio de azeite.
6 cebolas grandes
1 colher de (sopa) de azeite de oliva
3 colheres de (sopa) de margarina
1 tablete de caldo de galinha
1 lata de creme de leite
Queijo parmesão ralado
8 batatas
Sal
Modo de fazer:
Em uma panela grande derreta a margarina com o azeite. Junte as cebolas fatiadas e deixe amolecer. Passe pelo liquidificador e devolva à panela. Numa panela de pressão cozinhe as batatas com água (cerca de 2 litros) e o caldo de galinha. Bata as batatas no liquidificador com um pouco da água da fervura. Junte à cebola e coloque o restante do caldo. Acerte o sal, deixe apurar. Pouco antes de servir, com a panela desligada junte o creme de leite com soro e mexa bem. Sirva com croutons ou torradinhas, queijo ralado e um fio de azeite.
Sopa Creme de Cenouras
Ingredientes:
2 colher (sopa) de amido de milho diluído em 1 litro de leite
1 colher (sopa) de manteiga
2 xícaras de cenouras cortadas em pedacinhos
2 cubos de caldo de galinha e água necessária
1 cebola grande picadinha
1 pitada de sal
1 pitada de açúcar
Modo de fazer:
Numa panela, refogar na manteiga as cenouras e a cebola. Juntar os 2 cubos de caldo. Cobrir com água fria necessária, temperar com o sal e o açúcar e cozinhar até as cenouras ficarem macias. Bater no liquidificador juntando o amido de milho diluído no leite. Cozinhar em fogo brando até engrossar.
2 colher (sopa) de amido de milho diluído em 1 litro de leite
1 colher (sopa) de manteiga
2 xícaras de cenouras cortadas em pedacinhos
2 cubos de caldo de galinha e água necessária
1 cebola grande picadinha
1 pitada de sal
1 pitada de açúcar
Modo de fazer:
Numa panela, refogar na manteiga as cenouras e a cebola. Juntar os 2 cubos de caldo. Cobrir com água fria necessária, temperar com o sal e o açúcar e cozinhar até as cenouras ficarem macias. Bater no liquidificador juntando o amido de milho diluído no leite. Cozinhar em fogo brando até engrossar.
Sopa Creme de Legumes
Ingredientes:
3 colheres (sopa) de amido de milho diluído em 1 litro de água fria
½ xícara de cenouras picadinhas
¼ xícara de óleo
1 colher de pimentão vermelho picado
1 xícara de batatas cortadinhas
1 xícara de vagens
3 dentes de alho picados
2 cubos de caldo de galinha
2 litros de água fervente
sal e pimenta-do-reino
1 cebola cortada
2 gemas
Modo de fazer:
Numa panela, refogar a cebola, os dentes de alho e os cubos de caldo. Cobrir com a água fervente, acrescentar as cenouras e as vagens. Cozinhar em fogo brando até ficarem macios. Juntar, então as batatas e o pimentão e cozinhar mais uns minutos. Acrescentar o amido de milho diluído na água fria e misturada com as gemas. Temperar com sal e pimenta-do-reino. Cozinhar mexer até engrossar.
3 colheres (sopa) de amido de milho diluído em 1 litro de água fria
½ xícara de cenouras picadinhas
¼ xícara de óleo
1 colher de pimentão vermelho picado
1 xícara de batatas cortadinhas
1 xícara de vagens
3 dentes de alho picados
2 cubos de caldo de galinha
2 litros de água fervente
sal e pimenta-do-reino
1 cebola cortada
2 gemas
Modo de fazer:
Numa panela, refogar a cebola, os dentes de alho e os cubos de caldo. Cobrir com a água fervente, acrescentar as cenouras e as vagens. Cozinhar em fogo brando até ficarem macios. Juntar, então as batatas e o pimentão e cozinhar mais uns minutos. Acrescentar o amido de milho diluído na água fria e misturada com as gemas. Temperar com sal e pimenta-do-reino. Cozinhar mexer até engrossar.
Sopa Creme de Milho com Frango
Ingredientes:
Modo de fazer:
2 latas de milho verde batidos no liquidificador
2 peitos de frango, cortados em tiras
½ litros de caldo de galinha quente
½ litro de molho béchamel
Tempero a gosto
Juntar o milho peneirado ao molho bechamel. Deixar ferver. Juntar o tempero. Por último, acrescentar o frango. Servir com torradas.
domingo, 10 de julho de 2011
Ensinar o Padre a rezar missa?
(SISTEMATIZAÇÃO FORMAÇÃO CONTINUADA
– ESCOLA EST. ENS. MÉDIO PEDRO MEINERZ)
A formação continuada de professores tem sido, nos últimos anos, tema para políticos, professores, pesquisadores, universidades e vários outros setores da sociedade. As concepções e práticas têm se assumido de forma rápida, observando-se pouco planejamento e estudo sobre o assunto. Nesse sentido, são desenvolvidas ações, na maioria das vezes, pretendendo solucionar problemas da educação, porém com resultados pouco satisfatórios, dada a complexidade dos problemas da educação, tanto para os próprios professores, como para os alunos e a sociedade, em geral.
Desde o ponto de vista de políticas públicas, a formação continuada de professores tem seu amparo legal na LDB 9394/96 (estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional Brasileira), ao regulamentar o que já determinava a Constituição Federal de 1988, instituindo a inclusão, nos estatutos e planos de carreira do magistério público, do aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive em serviço, na carga horária do professor. Esses horários, segundo a normativa legal, são reservados para estudos, planejamento e avaliação, com o intuito de propiciar uma formação fundamentada na "íntima associação entre teorias e práticas, inclusive mediante a capacitação em serviço."
Em discussão, na Escola, o grupo pensa e define formação continuada como aquela desenvolvida mediante atividades de estudo e pesquisa feita a partir das necessidades e conhecimentos ligados à prática docente, é uma troca e registro de experiências do nosso campo profissional, socializando saberes e dificuldades, levando em conta as vivências e experiências de cada sujeito envolvido no fazer pedagógico.
Dizem os professores: “Entendemos ser um processo contínuo de aprender a ensinar. Nesse período os profissionais da educação se reúnem para discutir, debater, trocar idéias, ampliar seus conhecimentos em prol da educação, embasado em conhecimento teórico e práticas pedagógicas, envolvendo muita vontade e iniciativa própria. Esse processo deve ocorrer devido a necessidade de adequação a realidade, de acordo com as especificidades de cada área do conhecimento.”
Nessas dimensões, a formação continuada aparece associada ao processo de melhoria das práticas pedagógicas desenvolvidas pelos professores em sua rotina de trabalho e em seu cotidiano escolar.
Neste sentido, a formação de professores implica a busca, pela escola, de formas institucionais que favoreçam processos coletivos de reflexão e interação; a oferta de espaços e tempos para os professores dentro da própria escola; a criação de sistemas de incentivo à sua socialização; a consideração das necessidades dos professores e dos problemas do seu dia-a-dia (idem).
Na perspectiva adotada neste estudo, a formação continuada dos professores diz respeito à formação do professor na escola e/ou no sistema de ensino. A formação deve ser prática, significativa. Deve-se ter em conta a objetividade e a aplicação para a prática pedagógica. Pensamos que deva ser uma formação balanceada entre a especificidade de cada área e a troca de experiência, propiciando a interdisciplinaridade. Ela deve acontecer diariamente quando lemos uma notícia, quando pensamos, trocamos idéias, além do que é informado e criticar o que é pensado empiricamente.
A formação deve acontecer contínua e regularmente, primeiro dentro do ambiente escolar e depois ampliando para as demais instituições. Este é momento de sentar e planejar, estudar, reformular e reorganizar práticas, tendo sempre o embasamento teórico como base de sua reflexão.
O tempo é uma questão primordial, não temos como preparar um bom material e de forma a despertar o interesse dos alunos. estamos sobrecarregados, com excesso de jornada de trabalho e sem valorização do trabalho realizado, suporte teórico e remuneração adequada. Cada escola deve detectar seus problemas, procurando resolve-los através da formação continuada como aliada, como forma de solucionar problemas e dificuldades encontradas no dia a dia da escola.
Quanto as dificuldades encontradas no fazer pedagógico citamos: desmotivação, resistência a mudanças, carga horária excessiva (várias escolas), educação pouco valorizada, poucos recursos tecnológicos, baixos salários, desvalorização dos professores e falta de recursos humanos, muitas vezes a formação continuada esbarra no quesito tempo, liberação dos professores para tal, que não envolva horas fora do seu turno, o financeiro que amarra as horas. Além da escola, dos professores que buscam outras atividades que os remunerem melhor e material disponível desatualizado.
A formação continuada em nossa escola acontece semanalmente em nossas reuniões pedagógicas com leitura e socialização de textos pedagógicos, bem como vídeos, dvds.
Os critérios norteadores para a Formação Continuada deve contemplar aspirações e ações que priorize a troca de experiências entre os professores, com presença de profissionais renomados na área da educação onde pudéssemos ter uma visão, mais amplas, renovadas com práticas reconhecida na área de educação priorizando cada área de conhecimento.
A formação não deve ser imposta, direcionada de acordo com a visão dos profissionais de gabinetes. Seria interessante que as realidades das escolas fossem mostradas às pessoas que coordenam a formação, para que tenham clareza sobre as mesmas.
O nível da formação está repetitiva, não há expectativa (dos professores) de que haverá um acréscimo à prática e ao conhecimento. É necessário inovar, trazer oficinas por área de conhecimento, que surpreendam, que provoquem impacto, que despertem algo novo. E que os processos de Formação Continuada não sejam interrompidos a cada troca de governo, que sejam feitas através de palestras direcionadas a cada área do saber com profissionais experientes e atuantes e não palestrantes de gabinetes, com implementação na prática da inclusão digital, de oficinas para professores, da diversificação de materiais para pesquisa e estudo e ofertas de cursos distribuídos na carga horária regular de trabalho.
Pedagogicamente, alteram-se as disposições que dão domínio de classe, ensino, postura profissional por meio da autoridade delegada ao professor. O professor é apenas, como dizia Sócrates, um “parteiro” de ideias. As ideias são produzidas pelo aluno, mas sempre é necessário um “trabalho de parto” para orientar o nascimento das mesmas.
Dessa forma, a crise, conceito exagerado e extremo, toma a dimensão da transição que, para um sistema que arruína, outro que nasce! Ao novo, delega-se a competência, habilidade, formação continuada e responsabilidade política e social, uma vez que a transição exige amadurecimento e postura profissional.
A representatividade social que a formação continuada apresenta, quanto ao bom desempenho do professor diante de seu complexo cenário de atuação profissional, considerando as crescentes demandas nas exigências sociais, tem sido um dos pontos nos quais situa-se o discurso dos espaços educacionais, tanto em nível das academias universitárias quanto nos pólos da educação básica.
Quando se trata de discutir a necessidade do professor se atualizar, muitas são as justificativas que surgem tentando implementar e solidificar, cada vez mais, uma atuação concreta para o ofício docente. Exatamente por se tratar de um momento em que notáveis avanços advindos do desenvolvimento econômico e das múltiplas alterações que decorrem no seio social, a organização do trabalho educativo alcança novos paradigmas e alterações diversas, reclamando o reencontro de seres pensantes, aptos e atuantes na perspectiva de construir respostas educacionais que correspondam aos objetivos sócio-educacionais vigentes.
Nesse pressuposto, a formação continuada se faz elo entre a profissão e a construção da identidade do educador a formalizar a dinâmica social do trabalho docente, especialmente pelo seu caráter conjunto e pela interação da classe educativa com vistas à melhoria da qualidade do ensino, rumo ao alcance dos seus objetivos, os quais retratam como função social para a escola a instrumentalização de um ensino no qual se vivencie a garantia de uma educação para a vida, ou seja, que o que se aprenda na escola seja útil na vida fora desta instituição.
O êxito de uma proposta de formação dependerá da clareza dos seus objetivos e consideravelmente, da metodologia utilizada, dos estreitos vínculos com as demandas da clientela escolar dos professores. Assim, a formação deve ser transformadora da compreensão dos fenômenos educativos, das atitudes do professor e do seu compromisso com a aprendizagem de seus alunos, devendo-se considerar ainda os processos pelos quais os professores se apropriam e constroem seus conhecimentos, suas características pessoais e suas experiências de vida profissional. A flexibilidade das ações de formação que não devem ser sempre organizadas e propostas de uma única forma, mas de acordo com as necessidades de aprendizagem do professor, detectadas através de diagnósticos que apontem um caminho a ser seguido e das características do que se aprende.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Todos contra o bullying!
O bullying vem de bullys que é uma palavra inglesa que significa “valentão”: um menino ou menina que por excesso de sadismo ou falta de educação pensa que é o centro do mundo e bate nos outros. Muitas vezes, essa prática não vem apenas carregada de sinais físicos, mas de impressões psicológicas de sofrimento, isolamento e dor.
A prática do bullying em escolas é constante. Ele não acontece apenas entre os alunos. Muitas vezes envolve a relação de professor x alunos. Sinceramente, precisamos pensar que, além de haver muitas vezes abusos por parte dos professores também o ocorrem por parte dos alunos.
Há professores que colocam a vontade pessoal em frente da ética profissional. Nesse sentido, são aqueles que abusam de seu poder, de sua autoridade. De outro lado, há alunos que repudiam a existência do professor e apenas o veem como um funcionário seu. O que precisamos entender aqui é que ninguém é dono de ninguém. Alunos e alunos, bem como alunos e professores precisam de um entendimento maior, compreender que a escola não é de um nem de outro, mas de todos que dela fazem parte.
O bullying trás consequências que muitas vezes são deploráveis do ambiente escolar. Tais consequências podem influenciar diretamente no processo de ensino-aprendizagem e na formação social dos sujeitos. Atitudes de isolamento, excesso de medo, pré-disposição ao suicídio e à violência podem ser sintomas previamente vistos por todos.
A vítima sempre é fraca, ou seja, ela é vitima justamente pelo fato de que o “valentão” à escolheu para ser o “saco-de-pancadas”; tal e qual apenas para satisfazer um sentimento sádico ou uma justificativa incabida como “não vou com tua cara”. Geralmente a vítima não conta aos pais ou responsáveis em virtude da vergonha que sente. Essa atitude não é apenas dos meninos, mas já envolve meninas que utilizam de seus punhos para satisfazer seus desejos sádicos (a dor dos outros, lhe causa extremo prazer).
Por mais que a escola busca sempre desenvolver a racionalidade, o tato também é o sentido que marca. É no corpo que se encontra o prazer, o amago e a morte. O amor se realiza no tato, mas também, é no tato que a tortura acontece. Nesse sentido, o bullying é a o estágio mais doloroso da vida escolar. Ele pode inclusive não aparecer de forma visível, mas simbolicamente amedronta. TODOS CONTRA O BULLYING! A VIDA VALE MAIS!
O direito de mudar
Para muitos, o ideal é permanecer como está! Quando visualizamos a vida em sociedade, percebemos que a mudança faz parte da vida das pessoas. Para algumas, mudar é difícil; para outras, a vida sem mudanças constantes não teria a menor simpatia. De toda forma, o indicativo que temos é que a mudança é algo tão natural e
necessário do qual, todos fazemos parte e, necessariamente, precisamos para viver. A mudança é um direito! Não está escrito na Constituição ou qualquer outro código, mas, todos temos o direito de mudar.
Não escrevo aqui sobre mudança de apartamento, casa, carro, etc. Falo da necessidade de mudança de opinião. Sem ela, nos tornaríamos rígidos em nossas posturas políticas e sociais a ponto de sermos totalmente inflexíveis. No entanto, a mudança provoca uma ruptura: a do antigo para com o novo.
O novo tem sabor de sonho, perspectiva, esperança…a visão antiga, tão carregada de certezas nos congrega ainda a ideia de que, tudo permanecendo como está, está bem. Assim somos, pessoas carregadas de vontade de mudança, ora, vontade de acomodar-se. A acomodação é a primeira inimiga de quem quer mudar. O que nos dá a certeza de que o sentimento de acomodação que está bom do jeito que está, permaneça como está? As certezas também são transitórias…
Imediatamente, me vem em mente um livro que muitas pessoas já leram – “Quem mexeu no meu queijo?” – que apresenta a necessidade da mudança, da abertura ao novo.
Se queremos ver nossa cidade crescer, devemos sonhar com o novo e empreender. Empreender não é construir prédios e outros artifícios naturais, empreender é ter novas ideias, novos projetos.
Entre nós, muitos são os que tem a capacidade de fazer, mas…será que são muitos também que tem a audácia de pensar projetos para a sociedade, política, educação? Assim, entramos então em uma crise de criatividade que só será resolvida quando de fato, descobrirmos que temos o direito de mudar. E, mudar para melhor!
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