domingo, 12 de agosto de 2018

Escrever à mão

Assim como não há mais razão para aprendermos a revelar uma foto, não haverá razão também para que se aprenda a letra cursiva.
Não é nenhuma novidade que estamos nos desacostumando a escrever à mão. Quando ainda o fazemos? Ao assinar um documento, ao deixar um bilhete na porta da geladeira, ao organizar a lista de compras para o supermercado. É por isso que o Estado americano de Indiana já estuda a possibilidade de retirar do currículo escolar o ensino da letra cursiva, já que os teclados serão uma extensão de nossos dedos.



Acompanhei a discussão desse assunto na rádio CBN, num programa em que a filósofa e escritora Viviane Mosé contrapôs-se ao jornalista Artur Xexéo.Viviane não acredita que esse projeto vá pegar e pensa que a vida ficaria menos poética e menos livre sem o uso da mão como ferramenta para se comunicar.

Já Xexéo não tem dúvida de que esse é um caminho sem volta: assim como não há mais razão para aprendermos a revelar uma foto – prática que constava do currículo de todas as faculdades de comunicação – não haverá razão também para que se aprenda a letra cursiva.

Quem se perder numa ilha deserta não precisará mais escrever “socorro!” na areia com um pedaço de pau, basta mandar um e-mail. Aliás, quem ainda fica perdido em ilhas desertas, havendo GPS?

Obviamente que meu lado nostálgico pendeu para o lado das argumentações da Viviane. Impossível não lembrar dos nossos primeiros cadernos da escola, da magia de aprender a unir uma letra na outra e de assinar pela primeira vez o próprio nome. A assinatura da gente faz parte da nossa identidade.

Lindo, mas está na hora de acordar: em breve as assinaturas serão todas digitalizadas e ninguém mais usará cadernos, e sim tablets. Canetas, lápis, apontadores, cadernetinhas, irá tudo para o museu, e dê-se por feliz se o livro impresso também não for.

Sei que é bobagem tentar parar o tempo: recusar-se a aceitar os avanços da tecnologia é uma forma de lutar contra a ideia da morte. O problema é que nem tudo considero um avanço: viver sem poesia é evoluir? Aprecio muito a vida prática e funcional, mas às vezes bate saudade das coisas que davam defeito, como o ruído do disco de vinil ou a longa espera da chegada de uma carta. Até a caligrafia enigmática dos médicos há de fazer falta.

Menos mal que, a esta altura do campeonato, não preciso me preocupar em me adaptar a tantas inovações. Estou entrando naquela idade em que a resistência ao futurismo passa a ser perdoada – quem vai bater boca com uma senhora em via de ficar senil?

Então, enquanto pertencer a este mundo, ainda pretendo encontrar bilhetes escritos à mão no travesseiro ao lado do meu e poder deixar um recado escrito com batom no espelho do banheiro. Mas pra já. O direito de sermos deliciosamente cafonas está encurtando.

Martha Medeiros - Jornal Zero Hora - 17 de julho

Grafiteiros _ Arte em cheques







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Vamos cumprir?

Brigadeirão

Ingredientes

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 4 colheres (sopa) de açúcar
  • 6 colheres (sopa) de achocolatado em pó
  • 3 ovos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pacote de granulado

Modo de preparo


Bata no liquidificador o leite condensado, o creme de leite, o açúcar, o achocolatado em pó, os ovos e a manteiga até ficar homogêneo. Unte uma forma (só com manteiga) especial para pudim e despeje toda a massa. Leve ao fogo em banho-maria por aproximadamente 1 hora. Não se esqueça de tampar a forma com papel laminado. Deixe esfriar um pouco e desenforme. Cubra com granulado e deixe na geladeira até ficar bem gelado.

Refletir só faz bem...!

O que falta hoje é a formação de valores, caráter, o tal do por favor, obrigado, bom dia estão fora de moda. E a educação como um todo foi transferida para as escolas e consequentemente para os professores, quando na verdade a formação deve vir de casa, da família e da convivência no lar. A base da boa educação nos estimula a pensar, mas a tal filosofia morreu porque ninguém mais pensa. É só ir até a internet pesquisar e as respostas aparecem prontas, mas as respostas para as nossas vidas e nossos valores não estão nos chips ou em HD.
O pensar se perdeu e nosso cérebro não trabalha mais, nossos neurônios estão estagnados e não há mais sinapses. O trabalho e a falta de tempo nos consome e muitas vezes não damos a atenção necessária ao que realmente nos interessa. Vivemos sem educação e sem formação, somos todos nós, adultos, jovens e crianças engolidos pela preguiça de pensar, de agir, de mudar. Já decidiram por nós o que fazer e como fazer.
A estrada para o sucesso não é uma reta. Há uma curva chamada fracasso, um trevo chamado confusão, um quebra molas chamado amigos, faróis de advertência chamados família e pneus furados chamados empregos.
Mas, se você tiver um esterpe chamado determinação, um motor chamado perseverança, um seguro chamado fé e um motorista chamado DEUS, você chegará a um lugar chamado sucesso.!

_Pe. Marcelo Rossi_

Agosto 2018

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Agosto de 2018 têm 23 dias úteis.
Lua Minguante 04 Lua Nova 11 Lua Crescente 18 Lua Cheia 26  

    Feriados e Datas Comemorativas Agosto de 2018

  • 01 qua - Dia Nacional do Selo
  • 02 qui - Dia de Santo Eusébio de Vercelli
  • 03 sex - Dia do Capoeirista
  • 03 sex - Dia do Tintureiro
  • 03 sex - Dia de Santa Lídia
  • 04 sáb - Dia do Padre
  • 04 sáb - Dia de São João Maria Vianney
  • 05 dom - Dia Nacional da Saúde
  • 05 dom - Dia de Nossa Senhora das Neves
  • 05 dom - Dia de Santo Osvaldo de Nortúmbria
  • 05 dom - Aniversário de João Pessoa
  • 06 seg - Dia de São Salvador do Mundo
  • 07 ter - Dia de São Caetano
  • 08 qua - Dia de São Domingos de Gusmão
  • 09 qui - Dia Internacional dos Povos Indígenas
  • 10 sex - Dia de São Lourenço
  • 11 sáb - Dia da Televisão
  • 11 sáb - Dia do Advogado
  • 11 sáb - Dia Internacional da Logosofia
  • 11 sáb - Dia do Estudante
  • 11 sáb - Dia do Garçom
  • 11 sáb - Dia de Santa Clara de Assis
  • 11 sáb - Eclipse solar parcial de agosto 2018
  • 12 dom - Dia dos Pais
  • 12 dom - Dia Internacional da Juventude
  • 12 dom - Dia Nacional das Artes
  • 13 seg - Dia do Economista
  • 13 seg - Dia do Canhoto
  • 13 seg - Dia de São Ponciano e Santo Hipólito
  • 14 ter - Dia do Cardiologista
  • 14 ter - Dia de São Maximiliano
  • 15 qua - Dia da Assunção de Nossa Senhora
  • 15 qua - Dia da Informática
  • 15 qua - Dia dos Solteiros
  • 15 qua - Dia de São Tarcísio
  • 16 qui - Dia do Filósofo
  • 16 qui - Dia de São Roque
  • 16 qui - Aniversário de Teresina
  • 17 sex - Dia de São Jacinto
  • 18 sáb - Dia de Santa Helena
  • 19 dom - Dia do Historiador
  • 19 dom - Dia Mundial da Fotografia
  • 19 dom - Dia do Artista de Teatro
  • 19 dom - Dia de São João Eudes
  • 20 seg - Dia do Maçom
  • 20 seg - Dia de São Bernardo
  • 21 ter - Dia de São Pio X
  • 22 qua - Dia do Folclore
  • 22 qua - Dia de Nossa Senhora Rainha
  • 23 qui - Dia de Santa Rosa de Lima
  • 24 sex - Dia de São Bartolomeu
  • 25 sáb - Dia do Feirante
  • 25 sáb - Dia do Soldado
  • 26 dom - Dia de São Zeferino
  • 26 dom - Aniversário de Campo Grande
  • 27 seg - Dia do Psicólogo
  • 27 seg - Dia do Corretor de Imóveis
  • 27 seg - Dia de São Celestino I
  • 27 seg - Dia de Santa Mônica
  • 28 ter - Dia dos Bancários
  • 28 ter - Dia da Avicultura
  • 28 ter - Dia de Santo Agostinho de Hipona
  • 29 qua - Dia Nacional da Visibilidade Lésbica
  • 29 qua - Dia Nacional de Combate ao Fumo
  • 29 qua - Dia de Santa Joana Maria da Cruz
  • 30 qui - Dia de São Cesário de Arles
  • 31 sex - Dia da Nutricionista
  • 31 sex - Dia de São Raimundo Nonato 

Seja bem-vindo, agosto!

Que agosto seja doce....!
Repito isso sete vezes, seja doce,
seja doce, seja doce, seja doce,
seja doce, seja doce, seja doce…
Ufa! Que agosto leve embora todo
o sufoco, encosto,
desgosto que os outros meses trouxeram!
Que agosto seja doce, seja leve,
seja lindo...
Que traga a fé e esperança para seguir
mais um mês em frente...
Seja bem-vindo, agosto...!

E repito mais uma vez: QUE SEJA DOCE!