sábado, 11 de maio de 2013

História do Dia das Mães


No segundo domingo de maio comemora-se o DIA DAS MÃES.
A data surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país. A festa fez tanto sucesso que em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data, e a comemoração se difundiu pelo mundo afora.
As mães são homenageadas desde os tempos mais antigos. Os povos gregos faziam uma comemoração à mãe dos deuses, Reia. Na Idade Média os trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que os ingleses chamavam de “mothering day”.
Mãe é a mulher que gera e dá à luz um filho, mas também pode ser aquela que cria um ente querido como se fosse sua geradora, dando-lhe carinho e proteção.
As mães merecem respeito e muito amor de seus filhos, pois fazem tudo para agradá-los, sofrem com seus sofrimentos e querem que estes estejam sempre bem.
Com o passar dos anos, o dia das mães aqueceu o comércio de todo o mundo, pois os filhos sempre compram presentes para agradá-las e para agradecer toda forma de carinho e dedicação que recebem ao longo da vida.
Nas diferentes localidades do mundo, a comemoração é feita em dias diferentes. Na Noruega é comemorada no segundo domingo de fevereiro; na África do Sul e Portugal, no primeiro domingo de maio; na Suécia, no quarto domingo de maio; no México é uma data fixa, dia 10 de maio. Na Tailândia, no dia 12 de agosto, em comemoração ao aniversário da rainha Mom Rajawongse Sirikit. Em Israel não existe um dia próprio para as mães, mas sim um dia para a família.
No Brasil, assim como nos Estados Unidos, Japão, Turquia e Itália, a data é comemorada no segundo domingo de maio. Aqui, a data foi instituída pela associação cristã de moços, em maio de 1918, sendo oficializada pelo presidente Getúlio Vargas, no ano de 1932.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

MEC publica o edital do ENEM 2013

MEC publica o Edital do Enem 2013

O Ministério da Educação publicou, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (09), o Edital para a edição de 2013 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
Além de todas as regras e informações, o documento traz as principais datas do exame, listadas abaixo.
* Prazo de inscrições – Terá início na próxima segunda-feira, dia 13 de maio e segue até o dia 27 do mesmo mês. Vale ressaltar que as inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet e que a taxa de inscrição, que pode ser paga até o dia 29 de maio, permanece no valor de R$ 35.
Estão isentos da taxa estudantes concluintes do Ensino Médio na rede pública e os que possuem renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa;
* Datas das provas – Como já era esperado, as provas serão aplicadas em outubro, no dia 26 (sábado) e 27 (domingo);
*Gabarito – Será publicado até o terceiro dia útil seguinte ao de realização das últimas provas, ou seja, até o dia 30 de outubro;
* Resultado - Não tem data prevista no edital.
O modelo do exame permanecerá o mesmo dos últimos quatro anos, contando com uma redação e quatro provas objetivas, contendo cada uma 45 questões de múltipla escolha. No primeiro dia, os candidatos resolverão as provas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza, com duração de quatro horas e 30 minutos. Já no segundo dia, as provas aplicadas serão de Linguagens e Códigos, Matemática e a Redação, com duração de cinco horas e 30 minutos.
O edital também determina que o participante que pretende obter o Certificado de Conclusão do Ensino Médio deverá, no ato da inscrição, indicar a Instituição Certificadora respectiva (o próprio edital traz em um de seus anexos uma lista com todas as instituições certificadoras).
Participantes que precisam de atendimento diferenciado ou específico também deverão informar tal necessidade no ato da inscrição.
Além de todas estas informações, o edital do Enem 2013 apresenta alterações em algumas regras na correção das redações. Fique ligado.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Por que se usa "@" em endereços eletrônicos?


Você já se perguntou por que razão sempre existe o símbolo "@" (arroba) em e-mails? Ele é utilizado para representar a localização das caixas postais de usuários na rede. Em inglês, o "@" é lido como "at", preposição que denota lugar. A escolha desse símbolo deve-se ao engenheiro norte-americano Ray Tomlinson, que em 1971 passou a utilizá-lo em um dos primeiros programas criados para envio de e-mails.
A arroba, para quem não sabe, é bem mais antiga que a internet. O símbolo existe desde 1536, tendo sido criado por um comerciante de Florença, na Itália. Nessa época, era utilizado para representar uma unidade de medida. Em 1885, o "@" foi incluído no teclado do primeiro modelo de máquina de escrever e migrou, 80 anos depois, para o conjunto padrão de caracteres da computação.

Nomes de carros: substantivos, verbos e adjetivos?


Veja que interessante o texto a seguir: nele, diversos substantivos, verbos e adjetivos foram substituídos por nomes e marcas de carros, o que não prejudicou o entendimento da mensagem, dada a semelhança fonética e gráfica existente entre as palavras.

O Seguro
Hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável. Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz aMercedes desses ladrões que fazem a Fiesta, nessa Honda de assaltos!
A MareaBrava! Quem não segura o seu automóvel pode se Ferrari e depois só GM pelos cantos, ou fica aRanger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando:
Kadett meu carro?
Faz a maior Siena e fica Palio de nervoso! Aí vai rezar um terço para Santana ajudar. Mas isso não Elbastante para ter seu carro de volta! Seguro é o Tipo de negócio difícil, Mazda para resolver sem ficar com cara de Bestano final!
O seguro é um Prêmio para quem o faz! Tempra todo veículo. Tem Parati também. Na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas Variantes; afinal, Quantum mais opções, melhor!
Você vai ver que o nosso seguro é legal às Pampas. Por isso, ele oFusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accord! Não deixe o prazo Passat! Monza obra! Venha Logus! Estamos Kombinados? Visite nossa agência e se Accent em frente ao Galant, que é o nosso gerente!
Obs.: não se esqueça de levar o Stratus de seu banco e colocar um Blazer bem bonito, parecendo umDiplomata da Classe A. Mas não deixe de olhar todos os Topicos do contrato. Somos bem melhores Kiaconcorrência, e se você perder esta Xantia, vai se Corsar todo de raiva, o Ka?
Com nosso seguro você pode passar o Weekend tranquilo, montando uma Caravan pela praia de Ipanemaque, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia de Eclipse, você não terá problemas... Temos nossa Suprema garantia de pagamento em prazo recorde! Não precisa D20 dias, como outros existentes por aí. Hoje mesmo estamos pagando o seguro de um roubo que ocorreu hA10 dias. S10se, nós pagaríamos antes, até!
Você pode estar em qualquer lugar, de um Polo ao outro, que nós daremos a assistência que você precisar. É só Scaniar os documentos e mandar por e-mail mesmo. Faça um seguro. É Clarus que é bom!
Boa Voyage e Pointer final.

Qual a maior palavra da Língua Portuguesa?



A maior palavra da língua portuguesa possui 46 letras e ganhou registro definitivo em 2001, quando apareceu no dicionário Houaiss. Estamos falando de pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico. Antes, o título pertencia ao advérbio "anticonstitucionalissimamente", que tem 29 letras e descreve algo que é feito contra a constituição. O vice era "oftalmotorrinolaringologista", com 28 letras, que se refere ao especialista nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta.
O Houaiss é o campeão de palavras na língua portuguesa, mas não traz, por exemplo, palavras da química que têm dezenas de sílabas, usadas para definir compostos. Uma delas é "tetrabromometacresolsulfonoftaleína", que tem 35 letras e indica um corante usado em reações. "Palavras como essa são muito específicas e só aparecem em glossários de terminologia química", diz o filólogo Mauro Villar, do Instituto Antônio Houaiss.

Entenda cada parte desse vocábulo de 46 letras
Pnmeumoultramicroscópico
Pneumo - Pulmão
Ultra - Fora de
Microscópico - Muito pequeno
Silicovulcanoconiótico
Sílico - Vem de silício, um elemento químico presente no magma vulcânico
Vulcano - Vindo de um vulcão
Coniótico - Vem de coniose, doença causada por inalação de pós em suspensão no ar
Tudo isso junto...
Pessoa que sofre de uma doença pulmonar, a pneumoconiose, causada pela aspiração de cinzas vulcânicas!

Fonte: Mundo Estranho

"Português"em vários idiomas


Conheça as formas de grafar "português" em diversos países.

Alemão: PortugiesischHolandês: Portugees
Árabe: البرتغاليةHúngaro: Portugál
Bretão: PortugalegInglês: Portuguese
Catalão: PortuguèsItaliano: Portoghese
Crioulo haitiano: PòtigèIslandês: Portúgalska
Croata: Portugalski jezikJaponês: ポルトガル語 ([porutogarugo])
Curdo: PortugalîLatim: Lingua lusitana
Dinamarquês: PortugisiskLuxemburguês: Portugies
Esloveno: Portugalski jezikNorueguês: Portugisisk
Espanhol: PortuguésPersa: زبان پریتغال
Esperanto: Portugala lingvoPolonês/Polaco: Portugalski
Estoniano: Portugali keelRomeno: Portugheză
Finlandês: PortugaliRusso: Португальский ([Portugal'skiy])
Francês: PortugaisSueco: Portugisiska
Galego: PortuguésTcheco/Checo: Portugalština
Galês: PortiwgalegTurco: Portekizce
Grego: Πορτογαλικά ([portogaliká])Ucraniano: Португальська ([portuhal'ska])
Groenlandês: PortugalimiusutVietnamita: Tiếng Bồ Đào Nha
Hebraico: פורטוגזית ([portugezit])Zulu: IsiPutukezi

A origem de algumas expressões


A língua portuguesa possui inúmeras expressões interessantes. Muitas vezes, elas permanecem imutáveis ao longo de anos, representando um forte papel cultural para o idioma. Existem pessoas que se ocupam em pesquisar e descobrir a origem das expressões, que podem ser fundamentadas na cultura do próprio país, ou ainda ter influência estrangeira, mitológica, religiosa, histórica, etc.
Sabe-se que as expressões são adquiridas no contato direto com a língua, na socialização dos indivíduos. De acordo com estudos, a partir dos cinco ou seis anos, as crianças começam a usar algumas expressões e, daí em diante, continuarão a enriquecer o seu dicionário mental para sempre.
Veja agora mesmo a origem das expressões a seguir:

Corredor Polonês
Corredor polonês é uma expressão comumente utilizada para denominar uma passagem estreita formada por duas fileiras de pessoas que se colocam lado a lado, uma defronte à outra, com a intenção de castigar quem tenha de percorrê-la. A expressão faz referência à região transferida por parte da Alemanha para a Polônia ao fim da Primeira Guerra Mundial, em virtude da assinatura do Tratado de Versalhes. O Corredor Polonês dividiu a Alemanha ao meio, isolando a Prússia Oriental do resto do país. Através de uma extensão de 150 quilômetros e largura variável entre 30 a 80 quilômetros, permitiu que os poloneses circulassem livremente em território alemão, bem como possibilitou o acesso da Polônia ao Mar Báltico. Posteriormente, tanto o Corredor quanto a Prússia foram incorporados ao território polonês. A disputa pela região do Corredor Polonês provocou inúmeros atritos entre os dois países. Em 1939, durante a invasão da Alemanha à Polônia, os poloneses foram encurralados pelos alemães, os quais se posicionavam dos dois lados do Corredor e atiravam contra os poloneses, que estavam no meio.
Voto de Minerva
A expressão tem sua origem em uma história pertencente à mitologia grega. Agamenon, o comandante da Guerra de Troia, ofereceu a vida de uma filha em sacrifício aos deuses para conseguir a vitória do exército grego contra os troianos. Sua mulher, Clitemnestra, cega de ódio, o assassinou. Com esses crimes, o deus Apolo ordenou que o outro filho de Agamenon, Orestes, matasse a própria mãe para vingar o pai. Orestes obedeceu, mas seu crime também teria que ser vingado. Em vez de aplicar a pena, Apolo deu a Orestes o direito a um julgamento, o primeiro do mundo. A decisão, tomada por 12 cidadãos, terminou empatada. Chamada pelos gregos de Atenas (Minerva era seu nome romano), a deusa da sabedoria proferiu seu voto, desempatando o feito e poupando a vida de Orestes. Eis a razão da expressão Voto de Minerva(também conhecida como "voto de desempate" ou "voto de qualidade").
Bafo de onça
A onça é um animal carnívoro que se lambuza bastante na hora de comer a caça. Por esta razão, fede muito e sua presença é detectada à distância na mata. Assim, pessoas que possuem o hálito fétido passaram a ser chamadas de "bafo de onça". A expressão também faz referência ao hálito de quem está (ou esteve) alcoolizado.
Santinha do pau oco
Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos séculos 18 e 19, os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era "recheado" com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.
Névoa baixa, sol que racha
Ditado muito falado no meio rural. A Climatologia o confirma. O fenômeno da névoa ocorre geralmente no final do inverno e começo do verão. Conhecida também como cerração, a névoa fica a baixa altitude pela manhã provocando um aumento rápido da temperatura para o período da tarde.
Sem eira nem beira
Significa pessoas sem bens, sem posses. Eira é um terreno de terra batida ou cimento onde grãos ficam ao ar livre para secar. Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira, o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada. Na região nordeste este ditado tem o mesmo significado mas outra explicação. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do telhado. As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado , então construíam somente a tribeira ficando assim "sem eira nem beira".





A expressão vem do inglês honeymoon. Na Irlanda, na Idade Média, os jovens recém-casados tinham o costume de tomar uma bebida fermentada chamada mead – ou hidromel, composta de água, mel, malte, levedo, entre outros ingredientes. O mel era considerado uma fonte de vida, com propriedades afrodisíacas. A bebida deveria ser consumida durante um mês (ou uma lua). Por essa razão, esse período passou a ser chamado de “lua de mel”.
Lua de mel
Casa da mãe Joana
A expressão "casa da mãe Joana" alude a um lugar em que vale tudo, onde todo mundo pode entrar, mandar, uma espécie de grau zero de organização. A mulher que deu nome a tal casa viveu no século 14. Joana era condessa de Provença e rainha de Nápoles (Itália). Teve a vida cheia de confusões. Em 1347, aos 21 anos, regulamentou os bordéis da cidade de Avignon, onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: "o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar". "Casa da mãe Joana" virou sinônimo de prostíbulo, de lugar onde impera a bagunça.
A origem mais aceita para a expressão está relacionada com os imigrantes que chegavam ao Brasil no século 19. Eles costumavam trazer da Europa ferramentas para o cultivo da terra, como foices e enxadas, além de animais, como vacas e porcos. Uma ferramenta poderia indicar uma profissão, uma habilidade, demonstrava disposição para o trabalho. O contrário, chegar de mãos abanando, indicava preguiça. Atualmente, quando uma pessoa vai a uma festa, mandam os bons modos que leve um presente. Se não o faz, diz-se que “chegou com as mãos abanando”.
Chegar de mãos abanando
Pensando na morte da bezerra
A história mais aceitável para explicar a origem da expressão é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Conta-se que certa vez um rei resolveu sacrificar uma bezerra e que seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, opôs-se. Independentemente disso, a bezerra foi oferecida aos céus e afirma-se que o garoto passou o resto de sua vida pensando na morte da bezerra. Assim, estar “pensando na morte da bezerra” significa estar distante, pensativo, alheio a tudo.
"Homines sunt ejusdem farinae" (São homens da mesma farinha, em latim) é a origem dessa expressão, utilizada para generalizar um comportamento reprovável. A metáfora faz referência ao fato de a farinha de boa qualidade ser posta em sacos separados, para não ser confundida com a de qualidade inferior. Assim, utilizar a expressão "farinha do mesmo saco" é insinuar que os bons andam com os bons, enquanto os maus preferem os maus.
Farinha do mesmo saco
Dor de cotovelo
A expressão teve origem nas cenas de pessoas sentadas em bares, com os cotovelos apoiados no balcão, bebendo e chorando a dor de um amor perdido. De tanto permanecerem naquela posição, as pessoas ficavam com dores nos cotovelos. Atualmente, é muito comum utilizar essa expressão para designar o despeito provocado pelo ciúme ou a tristeza causada por uma decepção amorosa.
Quando a fotografia foi inventada, a impressão da imagem no filme não se dava com a mesma rapidez dos dias atuais. Na metade do século 19, os fotografados tinham de permanecer parados por até 15 minutos, a fim de que sua imagem fosse impressa dentro da máquina. Fazer as crianças ficarem imóveis por tanto tempo era um verdadeiro desafio. Por isso, gaiolas com pássaros ficavam penduradas atrás dos fotógrafos, o que chamava a atenção dos pequenos. Assim, a expressão “Olha o passarinho” ficou conhecida como a frase dita pelo fotógrafo na hora da pose para a foto.
Olha o passarinho!

Motorista barbeiro

Antigamente, os barbeiros eram conhecidos não apenas por realizar o corte de cabelo e barba, mas também por desempenhar tarefas como: extração de dentes, remoção de calos e unhas, entre outros. Geralmente, os serviços extra deixavam consequências desagradáveis aos clientes. No século 15, o termo “barbeiro” era atribuído a atividades mal executadas. Com o tempo, passou a ser relacionado aos motoristas. Daí a expressão “motorista barbeiro”, ou seja, mau motorista.

Para falar que algo nunca foi usado ou que, se já foi, está em ótimo estado, dizemos que está "novo em folha". A expressão também pode ser usada para designar alguém que, depois de se machucar ou enfrentar uma doença, está curado. A origem dessa expressão baseia-se em folhas de papel branquinhas, limpinhas e sem amassados, encontradas em livros novos, recém impressos. Assim, trata-se de livros “novos em folha”.
Novo em folha

Ovelha negra
Esta expressão não é brasileira nem restrita à língua portuguesa. Vários outros idiomas também a utilizam para designar alguém que destoa de um grupo, assim como uma ovelha da cor preta se diferencia em um rebanho de animais brancos. Na Antiguidade, os animais pretos eram considerados maléficos e, por isso, sacrificados em oferenda aos deuses ou para acertar certos acordos. Daí o hábito de chamar de "ovelha negra" aqueles que se diferenciam por desagradar e chocar aos demais.


No século 13, baús eram usados para guardar joias e documentos da corte de Portugal. Cada baú tinha quatro fechaduras e era aberto por quatro chaves distribuídas entre funcionários do reino. Com o tempo, os baús caíram em desuso. E algo que antes estava bem “guardado a quatro chaves”, passou a ser “guardado a sete chaves”, devido ao misticismo associado ao número 7. Esse misticismo originou-se nas religiões primitivas babilônicas e egípcias, que cultuavam os sete planetas conhecidos na época. Assim, a expressão “guardar a sete chaves” está relacionada ao ato de guardar algo com segurança e sob sigilo absoluto.
Guardar a sete chaves

Tintim por tintim
Corrente tanto no português do Brasil como em Portugal, a expressão "tintim por tintim" é utilizada para falar de alguma coisa descrita em seus mínimos detalhes. Segundo o filólogo brasileiro João Ribeiro, “tintim é a onomatopeia do tilintar de moedas”, ou seja, tintim é o barulho que uma moeda faz quando cai sobre outra. Em sua origem, a expressão “tintim por tintim” era usada para se referir a uma conta ou dívida paga até a última moeda. Assim, quando queremos obter informações precisas sobre algum fato ou situação, costumamos dizer: "Conte-me tudo, tintim por tintim”.