sábado, 28 de novembro de 2020

A força do verbo

                                   

Nunca me expressei bem oralmente, apesar de ter me tornado professor. As palavras expositivas jamais corresponderam ao que gostaria de dizer ou ao que eu havia preparado para tal. As pregas vocais não acompanham com fidedignidade a minha mente, além de certo bloqueio com o público. O pensamento se faz um pouco mais completo quando escrevo. No ato da escrita eu tento ser sincero e razoável no meu pensar, nas minhas reflexões e devaneios. Escrever é uma forma de botar para fora o urso interior que desperta esfomeado da longa hibernação.
Eu assisto admirado aos inúmeros palestrantes marketeiros empresariais, de automotivação, administradores que largaram as suas empresas e se tornaram oradores profissionais, cobrando milhões por apresentação! Eles brincam com a retórica, fazem gracejos com a plateia segurando nota de dinheiro, copo com água, folha em branco. São ovacionados, aplaudidos de pé, prendem a respiração e a atenção dos ouvintes, além do principal: alienam multidões, vendem seus incansáveis livros, etc. Apesar de estarem em baixa no momento, vez por outra surge uma nova celebridade da área e se vai com a mesma presteza com que veio. Cada um mais arrebatador e inflamado do que o outro!
E como o brasileiro é um povo que necessita ouvir, precisa de heróis, carece de gente em que se possa espelhar, tem a autoestima baixa e anda sempre no vermelho financeiro, esses retumbantes palradores assumem um lugar de importância magna, mesmo que seja tossindo clichês, abobrinhas e chavões, porém com um certo estilo e pompa, jocosamente sábio para a plateia incauta em busca de curas físicas ou espirituais.
Se todos os bons livros literários viessem com um apresentador dessa estirpe, a nossa média de leitura no Brasil subiria vertiginosamente, tenho quase certeza. Já imaginaram um elegante coroa, perfumado, aparentemente feliz e desinibido representando oralmente uma tragédia de Sófocles ipsis literis com a mesma desenvoltura? Ou então uma quarentona loira num tailler falando sobre as digressões machadianas para o pessoal da terceira idade ou para os vendedores de seguros? Talvez isso fizesse com que as pessoas despertassem, pegassem os livros e fossem ler os originais, entretanto aquela seria a representação oral, marca forte da cultura nacional tupiniquim, de conteúdos interessantes, ricos, e muitas vezes chato na escrita.
Já tivemos grandes mestres da “fala”, do “discurso”, como os irmãos Mangabeira, Ruy Barbosa, os poetas condoreiros, entre eles Castro Alves, só para ficar nesses. Hoje em dia, quão inebriante não é assistir na nossa região grapiúna, por exemplo, um Ari Quadros Teixeira, gênio da oratória, relatar para nós uma historieta qualquer de Malba Tahan, com toda a lhaneza que lhe é peculiar! Ou um Ruy Póvoas, narrando as lendas e mitos dos povos nagô, queto, jêje e ijexá, raízes da sua cultura africana. Homens assim faltam em nossas vidas. A aproximação mais sagaz, embora sem as mesmas características, é o teatro, encenando de forma bela, caricata e grandiosa a alma humana, com todos os seus matizes.
O ato de dizer algo realmente está imbricado com toda a simbologia que nasceu com os povos latinos: o dizer com as mãos, o dizer com os gestos, o dizer com o corpo, acompanhando a língua discorrer, extasiando ainda mais o ouvinte concentrado. Eu de cá na minha pequenez fico só imaginando um Sócrates nas praças e feiras públicas de Atenas, atacando ferozmente os políticos corruptos, a religião vazia e a filosofia insípida até aquele momento. Sem falar de Moisés, Jesus, Buda, Confúcio, Francisco de Assis, Gandhi e muitos outros que jamais escreveram uma linha, mas falaram, gesticularam e disseram tudo!

Pessoas & Pessoas

 

Não existe SER HUMANO incapaz, o que existe é pouco objetivo e escassa força de vontade. Nada pode ser obstáculo intransponível, ao ponto de bloquear totalmente a vida e delimitar os sonhos. Com a medida certa de motivação, tudo será devidamente alcançado!
Sabem aquele clichê do “querer é poder”? É verdade. Sem querer, nada se faz ou se constrói. Mas o querer em si não basta. É necessário lutar, suar, sangrar, para fazer valer, muitas vezes, o querer!
E o que se está querendo? A primeira questão que se tem que botar na mente é se o que se quer é bom. É benéfico a todos? É algo salutar para as existências dos seres? Valerá a pena?
É sumamente importante saber o que se quer e esse querer tem que vir acompanhado de ética saudável, bons princípios e moral idônea, para que a consciência flua em estado de harmonia, para que todos os dias ao dormir, possa-se ter um sono tranquilo e reparador, enfim, para se viver em paz!
Nada é totalmente ruim, nada é sumamente negativo. Todas as experiências têm o seu lado bom, regulador, necessárias ao aprendizado. O que seriam das empresas de band-eid se não houvesse quedas, tropeços e ralações?
Sucumbir é uma oportunidade de acertar com mais clareza e eficiência lá na frente.
Iludir-se com o fácil, com o gozo das paixões, com o bastão do mando, com a futilidade da vida do “ter”, é o que acontece de mais comum lá fora. Difícil é vencer toda essa montanha de delícias mundanas e ser um homem de bem!
Mas qual será a melhor marca deixada por cada um aqui? A do que abusou do orgulho, da força e do egoísmo ou a do que foi humilde e benevolente para com o seu próximo? A História está dando as respostas corretas. A verdadeira história da humanidade tem sepultado os déspotas e ressuscitado a todo instante os exemplos honrosos ao longo dos séculos!
Queiramos estar do lado destes últimos! Queiramos ser mais do que se é! Queiramos sair da mesquinhez, da sordidez e da mediocridade que assola o orbe, com gente banal, drogada, inútil e voltada apenas para o próprio umbigo. Queiramos viver no mundo, mas não ser do mundo!
Peguemos um livro bom para ler, mostremos e discutamos com os outros sobre ele, formando cidadãos leitores. E que nossos familiares ou filhos nos vejam lendo, e lendo, e lendo sempre! Sejamos o farol a mitigar a sede dos incautos e ignorantes, levando para estes o que a prosa e a poesia produziram e produzem de melhor.
Ouçamos uma boa música e assistamos a um bom filme, porque isso também é caridade aos nossos sentidos, além de bom gosto mostrado aos demais. Tenhamos conversas mais nobres, sem maledicência ou sexolatria, tão características dos brasileiros psicólogos-politiqueiros de botequim.
Porque lá na frente a pergunta que nos flertará a mente sem sossego não é sobre posses, sobre ouro, sobre conquistas. Será, afinal de contas, quantos sonhos nós ajudamos a construir? Quantas almas nós levantamos à beira do caminho? Quanta insipiência elucidamos? O quanto de amor distribuímos aos que estavam ao nosso derredor? Perdoamos para sermos perdoados nas nossas faltas infindas?
Ou seja, no fundo, no fundo, será quantas amarras nós conseguimos superar, vencendo a nossa falta de querer, nossa desmotivação e as nossas limitações na força de vontade.
Vencer a si mesmo, hoje e sempre, eis o grande desafio!

Gustavo Atallah Haun – Professor

Resenha do livro: Para Continuar

                                         pra continuar

Como sabem, trabalho com eventos. Há algumas semanas estive à frente da comunicação de um grande evento automotivo que aconteceu aqui em São Paulo, o que me custou muito trabalho, muitas horas de sono e me tirou o tempo de ler e escrever aqui no blog, entre outras coisas.
A boa notícia é que com o término do evento, e a entrega dos relatórios – alguns já foram na semana passada – consegui voltar à minha rotina, o que inclui as resenhas aqui no Share.
A resenha de hoje é do livro Para Continuar, escrito pelo brasileiro Felipe Colbert e recém lançado pela Editora Novo Conceito, que cada vez mais vem se destacando com títulos surpreendentes e tocantes. E este não poderia ser diferente. Para a nossa alegria (a minha pelo menos), a história se passa aqui em São Paulo, em lugares super conhecidos, como os bairros da Liberdade e da Bela Vista, o metrô da Vila Mariana e o Parque do Ibirapuera. É um alento, depois de tantas histórias que descrevem cidades incríveis, ver a sua cidade – e os bairros vizinhos ao seu – serem o pano de fundo de uma delas.
O livro narra o encontro casual entre Leonardo e Ayako no metrô. Ele, um menino cardíaco e estudante de design e ela, uma nissei e gerente de uma loja de luminárias na Liberdade, que guarda um grande segredo. Tudo seria perfeito se no meio desse casal não houvesse um agregado à família de Ayako, que, sofrendo de um distúrbio psicológico, se apaixona pela menina e faz de tudo que está ao seu alcance para impedir que o intruso Léo destrua a sua fantasia, mesmo que para isso tenha que fazer o inimaginável.
Este é um livro sobre amor, obediência, abnegação e tradições, e que te levará diretamente para o centro das tradições familiares japonesas, tão vivas, até hoje, no bairro da Liberdade.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Delírios de uma mente cansada

 

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Sabe quando você apaga a última lâmpada da sua casa, seus olhos não se acostumam à escuridão e você sente aquele frio na espinha? Não importa se é criança, adulto ou velho...
Você sempre sente o ar esfriar de repente em profunda escuridão, como se seu sangue gelasse só por estar naquele ambiente sombrio.
Quase todas as pessoas deixam a luz do quarto acesa e se foca a luz no caminho de volta, outras quando apagam as luzes, caminham rapidamente de volta ao seu quarto, mas poucos olham para trás e observam o que está às suas costas...
Você sabe que não tem nada lá atrás, pelo menos é o que você quer acreditar...
Mesmo quando você está deitado, tentando pegar no sono, e ouve barulhos estranhos no porão, no corredor, na cozinha ou mesmo no banheiro, você ignora, tentando raciocinar no que poderia ter causado tais eventos sonoros, como o vento ou algum objeto que caiu pela casa... As crianças têm muito medo disso, porém são criadas para ignorar e acreditar que não há nada de sobrenatural lá...
Eu acreditava...
Meus pais foram viajar nas vésperas do verão do ano passado, deixando alguns trocados para eu comprar o que comer. Eles ficariam fora exatamente uma semana, mas isso não mudaria nada para mim, pois eu trabalhava como estagiário o dia todo e ficava até tarde na faculdade, pois eu estava no último semestre e tinha que passar de ano, caso contrário não iria conseguir ser promovido. Chegava cansado todo dia, dava um “oi” para minha mãe, comia um lanche, tomava um banho e ia dormir. Minha rotina.
Mas não foi assim que ocorreu naquela noite em que meus pais viajaram...
Ao sair da faculdade, me deparei que estava demasiadamente exausto, com enxaqueca e dor na vista, cumpri meu rigoroso ritual até o quarto, fechei minha porta e minha janela como de costume. Deitei meu corpo exausto na cama onde logo adormeci.
Acordei pela madrugada com muito frio, notei que havia algo fora do normal pelo meu quarto, uma corrente de ar gelado que me fez correr um frio na espinha. Logo percorri o olhar pelo quarto procurando a fonte de tal brisa e percebi que minha cortina fazia movimentos sutis. Levantando-me da cama, senti mais um arrepio, mas estava entorpecido pelo sono e então não dei muito importância para o fato. Aproximando-me da cortina coberta pela luz do luar percebi que a janela estava aberta, uma fresta com espaço suficiente para uma criança passar. Imaginei ainda com o sono que a havia esquecida aberta.
Fechei a janela, me certificando de que não houvesse mais a possibilidade de ela abrir-se. Virando-me percebi que minha garganta estava um tanto quanto seca, resolvi ir até a cozinha pegar um copo da água e ao passar pela porta, a qual estava aberta, o que não era normal- não consigo dormir com ela aberta, me sinto deveras inseguro-.
Esta é aquela hora em que mil possibilidades de possíveis tragédias passam pela mente. Com o peito apertado, acelerando a respiração e sentindo a tensão invadindo meu corpo assustado resolvi entrar, com um punho cerrado e a outra mão tateando as paredes na escuridão tenebrosa do corredor que dava acesso ao quarto de meus pais e ao banheiro em busca de um interruptor. Acendendo a luz consegui me acalmar um pouco, estava com as mãos trêmulas e suando frio com apenas uma questão em mente: “O que ou quem abriu a maldita janela e a maldita porta!?”.
Estava suando frio, sem sentir as pontas de meus dedos, o medo havia tomado conta do meu consciente e a adrenalina estava prestes a ser injetada em meu corpo. Desci as escadas com a mão no corrimão, com muito cuidado, olhando para o seu final esperando encontrar algo. Havia um silêncio, um silêncio fúnebre e um ar gelado que pairava no ar, a essa altura eu estava tremendo.
Terminando o lance de escadas me aproximei da sala, checando cada canto escuro, cada lugar onde seria um potencial local de onde haveria a possibilidade de surgir algo, qualquer coisa, qualquer coisa que viria para cima de mim. Novamente o frio percorreu minha espinha, acendi a luz da sala, olhei ao redor, nada.
Aproximando-me da entrada da cozinha ouvi um som agudo, um miado, que na hora parecia algo muito pior, me assustei dando um salto que achei que fosse alcançar o teto, era o meu gato. Tudo fez sentido, claro, ele abriu a porta que eu devo ter deixado encostada, tentei me acalmar acreditando nisso, acreditando que eu estava paranoico, que tudo não passava de fruto da minha fértil imaginação, pelo menos era o que eu queria acreditar. Abri a geladeira, peguei o jarro de água, enchi um copo e tomei.
Retornando para o meu quarto, apaguei a luz da cozinha, chamei pelo gato, nenhuma sinal dele. Subi o lance de escadas, cheguei no corredor, estava escuro, as luzes apagadas, exatamente o contrário de como eu havia deixado. O medo voltou e senti um terror, como se todo o meu sangue houvesse congelado. Uma sombra, sim, uma sombra que cortava a luz do luar que penetrava meu quarto.
Com o desespero provocando tremores, lembro-me da pistola de meu pai, uma herança de família. Em três passos cheguei ao quarto de meus pais, abri a gaveta e na velha caixa, encontrei a arma. Senti um alívio momentâneo e uma sensação estranha ao tocar no metal gelado. Com a arma em mãos fui até o corredor, me aproximei da porta do meu quarto, respirei fundo e entrei com o dedo no gatilho, mas não havia nada lá.
Um baque vindo da cozinha me fez virar rapidamente, havia algo lá embaixo. Corri até as escadas e comecei a descer os degraus. Senti uma dor no pé direito e perdi o chão. Senti-me caindo em um vazio na escuridão e de repente tudo se apagou. Apenas escuro...
“Pi... Pi... Pi... Pi...” Este zunido me fez acordar. O lugar era claro, o ar fresco e um odor peculiar. Meus pais estavam me olhando deitado em uma cama meio desconfortável. “Cancelamos a viagem até você se recuperar totalmente, filho.” Percebi que estava em um hospital.

Autores: João Victor, Felipe Polati, Lucas Monteiro, Luis Salfer ( alunos do SENAI -Sul - Unidade de Joinville)

Ana Vilela - Trem-Bala - (Clipe Oficial)

Mensagem Somos todos iguais

 

Somos todos iguais, não importa raça, cor condições sociais, somos todos iguais.
Temos cabeça, tronco e membros. Somos corpo, alma e espírito.
Somos criados a imagem de Deus, o criador.
Somos todos iguais, nascemos, vivemos e morremos.
Quando nascemos, somos abençoados com a vida, porque nascemos.
A medida que crescemos somos forjados, estudando, aprendendo e ensinando.
Enquanto crescemos nossa alma, nossas mentes, nossas emoções também crescem.
Desenvolvemos nossos sentimentos e alguns são bons e outros nem tanto assim, são maus.
Alguns mais, outros menos. No entanto somos todos iguais.
Temos emoções, intelectos e vontades, nisto desenvolvemos nossas personalidades.
E uma personalidade possui caráter, alguns são bons e outros são ruins.
As vezes queremos ser o que não somos. Às vezes desejamos ter o que não temos. Às vezes o baixinho deseja ser um pouco maior, o branco quer ser moreno, e o moreno ser branco, o gordinho, ser magrinho e o magrinho um pouco mais gordinho.
Afinal pensamos e as vezes agimos assim. Mas, no entanto somos todos iguais.
Algumas vezes agimos diferentes e queremos ser diferentes. Em certo sentido somos diferentes, os dedos das mãos não são iguais. Sendo assim somos único neste imenso universo, mas no entanto embora sendo diferentes em sentimentos, cores raças, aparências, no fundo somos todos iguais como gente, como personalidade que tem sentimentos e vontade próprias.
Somos todos iguais porque amamos e queremos ser amados.
Somos todos iguais, porque do pó da terra fomos criados e ao pó voltaremos.
Não adianta querermos ser mais que uns aos outros e nem menores que uns aos outros. Porque a chuva cai igual para todos. O sol nasce para todos.
Embora vivam num mundo onde o rico é mais privilegiado e muitas vezes levam mais vantagem do que o pobre, mas para onde vai o rico na sepultura, o pobre também vai. Tanto o rico, como o pobre, Deus sabe de cada um perante seus olhos e dará conta para cada um segundo seu testemunho.
Aquilo que o homem semear nesta vida, e aquilo que ele deverá colher. Embora o adágio popular diz: "Aqui se faz, aqui se paga", possa ter um fundo de verdade, temos uma escolha e a vida depende desta escolha. Temos o nosso livre arbítrio de escolha. E cada um escolhe o caminho que deseja trilhar, sua religião, seu modo de pensar e agir.
Escolhemos com quem casar, com quem queremos viver e assim por diante.
Mas a vida depende de nossas escolhas. E esta escolha que define o que somos realmente.
Mas diante de Deus somos todos iguais. Para Deus não existe ninguém melhor ou pior. Ele não faz acepção de pessoas. Não são nossas ações, ou boas obras que nos tornará melhor ou pior diante de Deus.
Mas pelo fato de que somos justificados, por seu Filho que morreu por nós.
E somente pelo poder do sangue de Jesus derramado na cruz, que nos justifica e nos justificará diante de Deus.
O que nos importa não é o queremos ser, nem pior e nem melhor que uns aos outros, mas sim o sermos todos iguais diante de Deus.
Se formos todos iguais, então não precisam de mais nada. Afinal somos todos iguais, isso em condições sociais, "embora uns possuam mais, outros menos”, mas somos iguais socialmente. Podemos ter raças diferentes, mas o que somos aqui lá no outro lado do mundo do mesmo modo são iguais. Somos humanos dotados de inteligência, de vontade própria, de emoções. É isto que nos tornam em sermos iguais e nada mais...

🎥 Documentário - Consciência Negra