segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Amigo, um ensaio!


Difícil querer definir amigo. Amigo é quem te dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que te faz falta.
Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas. É quem tentou e fez, e não tem o egoísmo de não querer compartilhar o que aprendeu. É aquele que cede e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer contigo já o realimenta, satisfaz. É quem já sentiu ou um dia vai sentir o mesmo que você. É a compreensão para o seu cansaço e a insatisfação para a sua reticência.
É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensão dos acontecimentos, a sede pelo "por vir". É ao mesmo tempo espelho que te reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas. É quem fica enfurecido por enxergar seu erro, querer tanto o seu bem e saber que a perfeição é utopia. É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais seu sorriso.
Amigo é aquele que toca na sua ferida numa mesa de chopp, acompanha suas vitórias, faz piada amenizando problemas. É quem tem medo, dor, náusea, cólica, gozo, igualzinho a você. É quem sabe que viver é ter história pra contar. É quem sorri pra você sem motivo aparente, é quem sofre com seu sofrimento, é o padrinho filosófico dos seus filhos. É o achar daquilo que você nem sabia que buscava.
Amigo é aquele que te lê em cartas esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas. É aquele que te ouve ao telefone mesmo quando a ligação é caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se tivesse olhando em seus olhos. Amigo é multimídia.
Olhos... amigo é quem fala e ouve com o olhar, o seu e o dele em sintonia telepática. É aquele que percebe em seus olhos seus desejos, seus disfarces, alegria, medo. É aquele que aguarda pacientemente e se entusiasma quando vê surgir aquele tão esperado brilho no seu olhar, e é quem tem uma palavra sob medida quando estes mesmos olhos estão amplificando tristeza interior. É lua nova, é a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores que cabem todas na sua íris.
Amigo é aquele que te diz "eu te amo" sem qualquer medo de má interpretação: amigo é quem te ama "e ponto". É verdade e razão, sonho e sentimento. Amigo é pra sempre, mesmo que o sempre não exista.
 (Marcelo Batalha)

sábado, 28 de janeiro de 2012

Controlando o estresse...

Em uma conferência, ao explicar para a platéia a forma de controlar o estresse, o palestrante levantou um copo com água e perguntou: - "Qual o peso deste copo d'água?" 
As respostas variaram de 250g. a 700g. 
O palestrante, então, disse: 
- "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segurar o copo levantado." "Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema. Se eu mantenho ele levantado por uma hora, eu vou acabar com dor no braço. Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância." 
E ele continuou: 
- "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse. Se você carrega tua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la." "Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente. Com nossa carga acontece o mesmo. Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga." 
Em seguida, ele distribuiu um folheto contendo algumas formas de administrar as cargas da vida, que eram: 
1 * Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua. 
2 * Mantenha sempre tuas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas. 
3 * Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem, caso você morra durante a leitura. 
4 * Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante. 
5 * Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago. 
6 * Se você emprestar $200 para alguém e nunca mais ver essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dessa má pessoa. 
7 * Pode ser que o único propósito da tua vida seja servir de exemplo para os outros. 
8 * Nunca compre um carro que você não possa manter. 
9 * Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio. 
10 * Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto. 
11 * Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder. 
12 * Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar. 
13 * Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras. 
14 * Quando tudo parece estar vindo na tua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada. 
15 * Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive. 
16 * Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez. 
17 * Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa. 
18 * Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca. 
19 * Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada. Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá". 
20 * Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem. 
"Portanto, antes de voltarem para casa esta noite, depositem sua carga de trabalho/vida no chão.Não carreguem para casa. Vocês podem voltar a pegá-la amanhã. Com tranqüilidade."

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Diferença entre poupar e dever 100 reais...

Saiba a diferença entre poupar 100 reais e dever 100 reais
pelo mesmo tempo, no Brasil...

Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta a FANTÁSTICA QUANTIA de R$ 374,00(Trezentos e Setenta e Quatro Reais).
Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma pequena dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinqüenta e Nove Reais), no mesmo banco.
Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9 Carros Populares, e com o da poupança, conseguiria comprar apenas um pneu.
Não é à toa que o Bradesco teve quase R$ 2.000.000.000 (Dois Bilhões de Reais) de lucro líquido somente no 1º semestre, seguido de perto do Itaú e etc...


Da para comprar um outro banco por semestre!


E os juros exorbitantes dos cartões de crédito?
VISA cobra 10,40 % ao mês
CREDICARD cobra 11,40 % ao Mês.
Em contrapartida a POUPANÇA oferece 0,62 % ao mês.
Campanha pela Reforma Tributária e Financeira no Brasil, já!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Bilhetinho safado...


Pedrinho estava indo pra escola quando tropeçou numa pedra, caiu e achou um bilhetinho.
Então ele leu o bilhetinho e levou pra escola.
Chegando lá a professora perguntou por que ele tinha se atrasado e ele respondeu:
-Quando eu tava vindo pra escola eu cai e achei esse papelzinho.
-Então deixe eu ver esse papelzinho.
Depois de ler o papelzinho ela falou:
-- Que desaforo! Já pra diretoria.
E lá foi o Pedrinho pra diretoria. Chegando lá a diretora perguntou:
-- O que você está fazendo aqui, Pedrinho?
-- É que quando eu tava vindo pra escola, eu tropecei numa pedra e achei esse bilhete;
trouxe pra escola, a professora leu e me mandou pra cá ..
Depois de ler o tal bilhete a diretora falou:
-- Tá expulso, já pra tua casa!!!
Chegando a casa sua mãe perguntou o que ele estava fazendo tão cedo em casa.
-- É que quando eu tava indo pra escola, eu tropecei numa pedra, achei esse bilhetinho, levei ele pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria e a diretora me mandou pra casa. E depois de ler o tal papelzinho a mãe dele falou:
- Que desaforo, menino, tá expulso de casa.
Chegando em baixo do viaduto, o mendigo perguntou o que ele estava fazendo lá e Pedrinho respondeu:
-- É que quando eu tava indo pra e scola eu tropecei, achei  esse bilhetinho, levei o bilhete pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu, me mandou pra casa, minha mãe leu, me expulsou de casa e mandou eu vir pra cá.
O mendigo, então, lendo o bilhetinho, chamou o policial, então o policial perguntou pra Pedrinho por que ele tava lá e ele respondeu:
-- É que eu tava indo pra escola quando eu tropecei, encontrei esse bilhetinho, levei pra professora leu, me mandou pra diretoria a diretora leu, me mandou pra casa, a minha mãe leu, me expulsou de casa e mandou eu vir pra cá, o mendigo leu e chamou o senhor aqui.
O guarda, depois de ler o bilhete, disse:
-- Está preso!
Chegando lá o carcereiro perguntou o que ele estava fazendo lá e Pedrinho respondeu:
--É que eu tava indo pra escola quando eu tropecei, encontrei esse bilhetinho, levei pra professora leu, me mandou pra diretoria a diretora leu, me mandou pra casa, a minha mãe leu, me expulsou de casa e mandou eu vir pra cá, o mendigo leu e chamou o policial, que me trouxe aqui.
Depois de ler o bilhete o carcereiro falou:
-- Já pra cadeira elétrica!!!
Chegando no céu, São Pedro falou:
-- O que você está fazendo aqui meu filho?
-- É que eu tava indo pra escola tropecei e achei esse bilhete, levei pra escola a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu, me mandou pra casa, minha mãe leu e me expulsou de casa e mandou eu ir pra debaixo do viaduto, lá eu encontrei o mendigo que leu e chamou o guarda, que leu e me prendeu, lá o preso leu e chamou o carcereiro que depois de ler mandou eu ir pra cadeira elétrica e eu vim parar aqui.
Depois de ler o bilhetinho São Pedro falou:
-- Já pro inferno!!!
Chegando lá o diabo perguntou por que ele tava lá e ele respondeu:
-- É que eu tava indo pra escola quando eu tropecei numa pedra e achei esse bilhete, levei pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu, me mandou falar com meu pai, meu pai leu me expulsou de casa e mandou eu ir pra debaixo do viaduto, chegando lá o mendigo leu, chamou o guarda, o guarda leu e me prendeu chegando lá o preso leu,chamou o carcereiro, o carcereiro leu, me mandou pra cadeira elétrica, chegando no céu São Pedro leu e me mandou pra cá.
E na hora que o diabo pegou o bilhetinho pra ler, o papel cai no fogo e queimou, então Pedrinho ficou por lá e nós ficamos sem saber o que estava escrito na P... do bilhete.
Não precisam me xingar, é só repassar, pois caí nessa B...
A curiosidade mata...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Big Brother Brasil e a precariedade de valores


A história de um povo entra em decadência quando o mesmo perde o senso sobre os valores morais. Valor moral é a medida equilibrada do certo e do errado. No entanto, com a perca dos valores morais, uma sociedade torna-se incapaz de decidir sobre aquilo que lhe parece ser bom ou mau para sua existência. Nesse sentido, recebi essa semana (acredito que muitos dos leitores também) um email em que colocava a postura do escritor Luiz Fernando Veríssimo sobre o Big Brother Brasil 12, reality show apresentado pela Globo e na interlocução Pedro Bial.
Luiz Fernando Veríssimo aponta, entre outros aspectos, a precarização dos valores morais como ponto que define o BBB 12 como uma síntese do que há de pior na televisão brasileira. A exposição desmedida de uma linguagem chula, desenhada em um cenário de sexo ‘quase’ explícito, e por cima, uma nomenclatura fajuta de “heróis” para aqueles que vivem na casa são pontos a serem discutidos.
Como educadora, me vejo na obrigação de refletir sobre a necessidade da retomada de alguns valores morais que, no passado foram, e continuam sendo importantes para a convivência social sadia. Não quero repreender a visão liberal daqueles que pensam que deve-se falar sobre sexo, não… não é isso. Falar sobre sexo em uma conjuntura mais global, envolve falar de sexualidade; ou seja, apontar para a questão como um todo e não apenas referenciar o ato genital, que muitas vezes falado no reality show, é extremamente momentâneo.
A exposição de uma linguagem vulnerável e insignificante, pode remeter à população à uma vulnerabilidade de leitura, informação, criticidade, etc., retomando assim, cada vez mais, um estado de vida selvagem, animalesco.
Educar-se é o que precisamos! A televisão deveria ser mais um meio de transmissão da cultura sadia e dos bons costumes que ainda temos. A televisão deveria auxiliar na solução de conflitos sociais, na luta por condições mais dignas de saúde, educação, política, cultura, etc., mas o que faz? Vende! Custe o que custar, o interessante é vender! Mesmo que para isso, seja necessário idolatrar alguns valores em detrimento de outros.
Valorizar a vida na sua plenitude é mais que apontar questões como ‘sexo’ como centro de um jogo. Valorizar a vida é, segundo a história nos mostra, o cultivo de valores como a participação na política, nas discussões de assuntos que são da comunidade, que beneficiam acima de qualquer ideologia a vida de seu filho, seu neto, ou mesmo, a sua.
Procure na internet sobre a ‘Ótica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o BBB 12’, imprima, leia com seus filhos, seus alunos, amigos; discuta! Deixe a postura cômoda de lado! Priorize valores que são válidos para toda nossa comunidade. A Educação vai além da Escola! Pense nisso!

O que você é: cenoura, ovo ou café?


Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Em uma, ele colocou cenouras, em outra ovos e, na última, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de 20 min depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela.
Retirou os ovos e os colocou em uma tigela.
Então, pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café, ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
- O que isto significa, pai?. Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis, sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável; depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
Ele perguntou à filha:
- Qual deles é você, minha querida? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força? Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer à mesma? Você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões.
Cabe a nós, somente a nós, decidir se a crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida.
Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva.
Mas você precisa acreditar nisso.
Confiar que você tem capacidades suficientes para superar este desafio.
Espero que, nestas semanas que se seguem, quando lhe convidarem para tomar um café, você possa repassar essa história.
Uma vida não tem importância se não for capaz de imputar positivamente a outras vidas.
O que você é: cenoura, ovo ou café?