sábado, 10 de agosto de 2013

Dia do Estudante _ 11 de agosto

No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.

Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 alunos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.
Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.

domingo, 4 de agosto de 2013

Escrever à mão



Assim como não há mais razão para aprendermos a revelar uma foto, não haverá razão também para que se aprenda a letra cursiva.

Não é nenhuma novidade que estamos nos desacostumando a escrever à mão. Quando ainda o fazemos? Ao assinar um documento, ao deixar um bilhete na porta da geladeira, ao organizar a lista de compras para o supermercado. É por isso que o Estado americano de Indiana já estuda a possibilidade de retirar do currículo escolar o ensino da letra cursiva, já que os teclados serão uma extensão de nossos dedos.

Acompanhei a discussão desse assunto na rádio CBN, num programa em que a filósofa e escritora Viviane Mosé contrapôs-se ao jornalista Artur Xexéo.Viviane não acredita que esse projeto vá pegar e pensa que a vida ficaria menos poética e menos livre sem o uso da mão como ferramenta para se comunicar.

Já Xexéo não tem dúvida de que esse é um caminho sem volta: assim como não há mais razão para aprendermos a revelar uma foto – prática que constava do currículo de todas as faculdades de comunicação – não haverá razão também para que se aprenda a letra cursiva.

Quem se perder numa ilha deserta não precisará mais escrever “socorro!” na areia com um pedaço de pau, basta mandar um e-mail. Aliás, quem ainda fica perdido em ilhas desertas, havendo GPS?

Obviamente que meu lado nostálgico pendeu para o lado das argumentações da Viviane. Impossível não lembrar dos nossos primeiros cadernos da escola, da magia de aprender a unir uma letra na outra e de assinar pela primeira vez o próprio nome. A assinatura da gente faz parte da nossa identidade.

Lindo, mas está na hora de acordar: em breve as assinaturas serão todas digitalizadas e ninguém mais usará cadernos, e sim tablets. Canetas, lápis, apontadores, cadernetinhas, irá tudo para o museu, e dê-se por feliz se o livro impresso também não for.

Sei que é bobagem tentar parar o tempo: recusar-se a aceitar os avanços da tecnologia é uma forma de lutar contra a ideia da morte. O problema é que nem tudo considero um avanço: viver sem poesia é evoluir? Aprecio muito a vida prática e funcional, mas às vezes bate saudade das coisas que davam defeito, como o ruído do disco de vinil ou a longa espera da chegada de uma carta. Até a caligrafia enigmática dos médicos há de fazer falta.

Menos mal que, a esta altura do campeonato, não preciso me preocupar em me adaptar a tantas inovações. Estou entrando naquela idade em que a resistência ao futurismo passa a ser perdoada – quem vai bater boca com uma senhora em via de ficar senil?

Então, enquanto pertencer a este mundo, ainda pretendo encontrar bilhetes escritos à mão no travesseiro ao lado do meu e poder deixar um recado escrito com batom no espelho do banheiro. Mas pra já. O direito de sermos deliciosamente cafonas está encurtando.
Martha Medeiros - Jornal Zero Hora - 17 de julho

Grafiteiros _ Arte em cheques























Vamos cumprir?

Refletir só faz bem...!

O que falta hoje é a formação de valores, caráter, o tal do por favor, obrigado, bom dia estão fora de moda. E a educação como um todo foi transferida para as escolas e consequentemente para os professores, quando na verdade a formação deve vir de casa, da família e da convivência no lar. A base da boa educação nos estimula a pensar, mas a tal filosofia morreu porque ninguém mais pensa. É só ir até a internet pesquisar e as respostas aparecem prontas, mas as respostas para as nossas vidas e nossos valores não estão nos chips ou em HD.
O pensar se perdeu e nosso cérebro não trabalha mais, nossos neurônios estão estagnados e não há mais sinapses. O trabalho e a falta de tempo nos consome e muitas vezes não damos a atenção necessária ao que realmente nos interessa. Vivemos sem educação e sem formação, somos todos nós, adultos, jovens e crianças engolidos pela preguiça de pensar, de agir, de mudar. Já decidiram por nós o que fazer e como fazer.
A estrada para o sucesso não é uma reta. Há uma curva chamada fracasso, um trevo chamado confusão, um quebra molas chamado amigos, faróis de advertência chamados família e pneus furados chamados empregos.
Mas, se você tiver um esterpe chamado determinação, um motor chamado perseverança, um seguro chamado e um motorista chamado DEUS, você chegará a um lugar chamado sucesso.!
_Pe. Marcelo Rossi_

Brigadeirão


Ingredientes

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 4 colheres (sopa) de açúcar
  • 6 colheres (sopa) de achocolatado em pó
  • 3 ovos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pacote de granulado

Modo de preparo

Bata no liquidificador o leite condensado, o creme de leite, o açúcar, o achocolatado em pó, os ovos e a manteiga até ficar homogêneo. Unte uma forma (só com manteiga) especial para pudim e despeje toda a massa. Leve ao fogo em banho-maria por aproximadamente 1 hora. Não se esqueça de tampar a forma com papel laminado. Deixe esfriar um pouco e desenforme. Cubra com granulado e deixe na geladeira até ficar bem gelado.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Bem-vindo, mês de agosto...!

"... que juntamente com este novo mês, também chegue novos ventos, novos amores, novas sensações, novos sabores, novos cheiros, novos sorrisos, novas esperanças, novos desejos, novos caminhos, novas escolhas, novos horizontes, 
novas pessoas, novos sentimentos, 
enfim, novos tempos...!" 
Seja bem-vindo, mês de agosto...!!!