segunda-feira, 6 de maio de 2013

10 dicas para seu filho gostar de ler

Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papéis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.

Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo.


1. Escolha uma hora bem calma


Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.


2. Faça da leitura um prazer


A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.


3. Mantenha o fluxo


Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para autocorreção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.


4. Seja positivo


Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.


5. Sucesso é a chave


Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura. Então dê prioridade a livros de acordo com a faixa etária de seu filho.


6. Visite a Biblioteca


Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.


7. Pratique regularmente


Tente ler com seu filho todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.


8. Converse com o pimpolho


Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.


9. Fale sobre os livros


Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.


10. Varie sempre


Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).  

Dançando na corda bamba


O espetáculo de quem anda sobre um cabo de aço é deveras emocionante. Sempre fico com o coração na boca quando assisto a exibição de um equilibrista pisando nas alturas, em cima de um fio de aço esticado numa espessura delgada, que à distância, parece capilar. Para mim, o contrabalançar o corpo proporcionalmente naquele caminho estreito, se constitui um feito de magnitude extraordinária no domínio emocional. Compensar os movimentos no malabarismo da corda bamba é um show à parte, mas harmonizar a soberania de Deus com a responsabilidade humana é um acontecimento muito mais notável.
No terreno que compreende a natureza espiritual é muito comum o desequilíbrio das posições teológicas inclinadas para um lado só. Freqüentemente percebemos que há correntes particulares atraindo para um estilo que focaliza apenas uma ênfase, sem considerar o equilíbrio das partes. O exagero é uma tendência de certo grupo de pessoas que se sentem confortáveis esposando essas posturas mais extremadas.
(...)
O exagero na interpretação comumente causa um estrabismo na visão, desfigurando a realidade dos acontecimentos. A soberania de Deus não invalida a responsabilidade humana, pois foi o próprio Deus soberano quem decretou que o ser humano seja responsável pela decisão dos seus atos. É verdade que o homem no pecado não pode escolher a Deus, mas é verdade também, que o homem escolhido por Deus precisa receber de modo deliberado a escolha divina, como expressão do seu querer, conquistado pela vontade de Deus.
O equilíbrio mostra que Deus escolhe a pessoa, mas a pessoa escolhida toma a decisão de seguir optativamente quem o elegeu. Há uma participação decisiva do ser moral diante da vontade de Deus. O grande perigo fica sempre por conta de posições extremadas, que ora enfatizam uma soberania sem responsabilidade humana, ora uma imposição dos encargos humanos sem a consciência da soberania de Deus. Mas observe como o próprio Cristo Jesus consegue conciliar numa única pessoa as duas naturezas que evidenciam a inteireza divina e a integralidade humana, sem a menor disparidade.
A experiência cristã genuína é bem compensada e perfeitamente adequada, levando sucessivamente em conta a soberania de Deus e a responsabilidade moral do ser humano. Não é possível admitir essencialmente um Deus justo, com um caráter déspota, nem um ser moral responsável, sem o exercício de sua decisão. Com toda certeza, Deus é soberano, mas nunca violenta a deliberação da criatura. As duas partes carecem andar juntas para produzir a estabilidade e simetria da experiência, sabendo, entretanto, que a soberania divina é a causa primeira da resolução humana.
A salvação de Deus não extingue a personalidade nem abole a atuação do sujeito envolvido, ainda que nenhuma glória humana esteja relacionada nessa atividade. A crucificação do eu junto com Cristo, na mesma cruz, não se constitui na anulação da individualidade, tampouco preconiza o extermínio da decisão pessoal. O egocentrismo pretensioso nada tem a ver com a incumbência individual de deliberar, nem a morte do eu suprime a capacidade da pessoa assumir o compromisso conseqüente de um ser moral ajuizado. Deus não exige do homem natural uma conduta fora do seu padrão, mas pela graça confere as condições para a nova criatura responder segundo a sua vontade divina.
(...)
O verdadeiro cristianismo é uma dança na tensão da corda bamba. Só a graça de Deus pode realizar tudo na vida do cristão. Só o cristão equipado pela graça pode responsavelmente tomar a posição de andar sobre o fio da fé, obedecendo de coração tudo aquilo que o soberano Senhor lhe capacitou para obedecer. Sob o padrão da cruz, onde o Deus santo e o homem do pecado se identificam numa mesma pessoa, para harmonizarem as partes envolvidas no litígio da reconciliação, nós precisamos andar adequadamente na aliança da soberania de Deus que decretou o compromisso humano responsável. Amém.
_Reinaldo Fonseca_

Velho sábio


Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.
Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou:
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo. Respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma... a não ser que você permita!
(Autor desconhecido)

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Cenoura, ovo ou café?

Uma garota queixou-se ao pai, sobre a vida e como as coisas estavam difíceis para ela. Já não sabia o que havia de fazer - estava cansada de lutar e de combater. Parecia-lhe que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.
Então, o pai levou-a até a cozinha.
Encheu três panelas com água e pô-las ao fogo.
Assim que a água começou a ferver, numa panela colocou cenouras, noutra, ovos e, na terceira, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha esperou impacientemente, imaginando o que dali iria resultar.
Minutos depois, ele apagou o fogo.
Pegou nas cenouras, nos ovos e no café, colocando-os em recipientes separados.
Virou-se para a filha e perguntou:
- Querida, o que estás a ver?
- Cenouras, ovos e café - respondeu ela.
Ele, então, pediu-lhe para provar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele pediu que tomasse um gole de café. Ela sorriu ao sentir o aroma delicioso e então perguntou:
- O que é que isto significa, pai?
- Cada um destes - a cenoura, o ovo e o café - enfrentou a mesma diversidade, a água a ferver, mas cada um reagiu de maneira diferente. A cenoura, outrora crua e rígida, amoleceu e tornou-se frágil. Os ovos, antes frágeis, mesmo com a casca protegendo o interior, tornaram-se firmes e mais resistentes. Já o pó de café é incomparável: depois de colocado na água fervente, ele mudou a própria água.
Após profundo silêncio, o pai prosseguiu:
- Qual deles és tu? Quando a adversidade bate a tua porta, como respondes?
És a cenoura, o ovo ou o pó de café? És como a cenoura, parecendo firme e forte, mas, com a dor e a adversidade, murcha e torna-se frágil, perdendo a sua força? Ou será que és como o ovo, começando maleável, mas, depois de sofrer alguma pressão da vida, torna-se duro? A sua "casca" até parece a mesma, mas por dentro, está duro? Será que és como o pó do café? Transformas o meio que te aflige, altera o que causa dor e ofereces algo melhor e mais gostoso do que havia antes da adversidade?
E você, como lida com a adversidade? ... cenoura, ovo ou café?
(Desconheço autoria)

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dia do trabalhador _ 1º de maio


1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa, usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.
Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.
Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924, no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

1º de maio _ Dia do trabalhador

Bem-vindo, mês de MAIO...!!!



Seja muito bem-vindo, maio… 
que esse mês nos devolva possíveis sonhos roubados nos anteriores, que nos traga positividade e força pra continuar correndo atrás dos nossos sonhos, que ele nos encha de surpresas boas, que não nos falte coragem, que claro... tenha momentos de dificuldades mais que elas sejam superadas da melhor forma possível, que ele nos traga amadurecimento e amor muito mas muito amor! Que seja doce!