quarta-feira, 14 de novembro de 2012

15 / 11 _ Proclamação da República


O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações em que visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas. Entre tantas tentativas de transformação, a Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a última a levantar-se contra a monarquia.

Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado.

Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão de obra escrava.

Até aqui podemos ver que os mais proeminentes intelectuais e mais importantes membros da elite agroexportadora nacional não mais apoiavam a monarquia. Essa perda de sustentação política pode ser ainda explicada com as consequências de duas leis que merecem destaque. Em 1850, a lei Eusébio de Queiroz proibiu a tráfico de escravos, encarecendo o uso desse tipo de força de trabalho. Naquele mesmo ano, a Lei de Terras preservava a economia nas mãos dos grandes proprietários de terra.

O conjunto dessas transformações ganhou maior força a partir de 1870. Naquele ano, os republicanos se organizaram em um partido e publicaram suas ideias no Manifesto Republicano. Naquela altura, os militares se mobilizaram contra os poderes amplos do imperador e, pouco depois, a Igreja se voltou contra a monarquia depois de ter suas medidas contra a presença de maçons na Igreja anuladas pelos poderes concedidos ao rei.

No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.

A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República.

O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi consequência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.

domingo, 4 de novembro de 2012

Biblioteca digital

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

·
Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis
  Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....



Esse lugar existe! 
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, 
basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br 
Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

O ensino da Língua Portuguesa na prática


         As transformações ocorridas no mundo do trabalho remetem ao processo de globalização da economia em um mundo cada vez mais impactado pelo avanço científico-tecnológico. Tais transformações aos poucos vão influenciando os processos educativos, cujas características apontam para um novo paradigma de educação: pedagogia de competências.

            A rapidez com que evolui o conhecimento faz da educação o principal fator de promoção das competências, assumindo centralidade nas questões relacionadas à formação humana na sua totalidade, contemplando as dimensões físicas, emocionais, culturais, cognitivas e profissionais.

            Os conteúdos referenciais definidos para um currículo e o tratamento que a eles deve ser dado assumem papel relevante, uma vez que é basicamente na aprendizagem e no domínio desses conteúdos que se dá a construção e a aquisição de competências.

            Nessa perspectiva, valoriza-se uma concepção de instituição educacional voltada para a construção de uma cidadania crítica, reflexiva, criativa e ativa, de forma a possibilitar que os/as estudantes consolidem suas bases culturais permitindo identificar-se e posicionar-se perante as transformações na vida produtiva e sociopolítica.

            Nos anos iniciais do ensino fundamental, o estudante estabelece interações entre a língua que fala em seu cotidiano e a língua ensinada pela escola, formulando hipóteses sobre suas diferenças e usos, principalmente no domínio da língua que se escreve. Nos anos finais, ele deve observar a língua como objeto de estudo e referencial cultural, analisando o discurso do outro em relação ao seu próprio discurso e vice-versa.

            O desenvolvimento da competência linguística do estudante no ensino fundamental – anos finais – está pautado na construção de referenciais básicos para refletir sobre a língua que ele fala-ouve-lê-escreve com a finalidade de saber explicá-la para poder usá-la em diferentes situações de comunicação. Gradativamente ele vai-se apropriando de procedimentos de análise e reflexão, ou seja, adquirindo uma consciência linguística dos usos da língua e de sua diversidade por meio da compreensão de padrões gramaticais, textuais, estilísticos e de uma metalinguagem construída teoricamente para explicá-los.

            Os conteúdos do ensino fundamental priorizam os processos de usos da língua em situações de leitura (compreensão, análise e interpretação) e de produção de textos falados e escritos, sendo a reflexão sistematizada sobre o texto, um instrumento para compreender esses processos.

            A língua é um referencial de pensamento e de ação e bem se sabe que as diferenças sociais perpassam o seu domínio e uso. Dominá-la significa reconhecê-la como um poder simbólico para argumentar, confrontar opiniões, expressar o pensamento em diferentes contextos sociais.

            As habilidades retomam o currículo do ensino fundamental – anos finais – para Língua Portuguesa contemplando os cinco principais grupos de estudo da área que se interligam por princípios gerais – letramento e diversidade. Os grupos de estudo são comuns para todos os anos do ensino fundamental e também do médio: Oralidade e expressão; Leitura; Conhecimentos literários; Conhecimentos linguísticos; Produção de textos escritos.

            A integração entre as disciplinas e as áreas deve ser efetivada com o desenvolvimento de atividades mais globalizadas, envolvendo várias habilidades comuns e conectando conceitos e contextos, que deverão estar presentes no planejamento do professor. Nesse sentido, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os Objetivos Gerais do Ensino da Língua Portuguesa passam a ser:

- Reconhecer que há uma valorização social da modalidade culta da língua, isto é, aquela empregada nas situações formais de comunicação.

- Desenvolver habilidade de leitura e produção de textos em função das necessidades da vida social.

- Desenvolver capacidade de estabelecer relações entre os diversos textos: aspectos históricos, sociais, políticos, econômicos e culturais (éticos, estéticos, afetivos).

- Servir-se, com propriedade, das convenções ortográficas da língua portuguesa.

            As aulas de língua portuguesa, nessa perspectiva, devem constituir-se em espaços privilegiados para o estudante verbalizar as suas diferentes representações sociais e culturais, e potencialmente sistematizar as identidades de grupos que sofrem processos de deslegitimação social. Conviver com as diferenças, reconhecê-las como legítimas e saber defendê-las em espaço público fará com que o estudante reconstrua sua cultura pela linguagem verbal.

            Na escola, a transposição didática desses estudos pode refletir o conservadorismo de determinados pontos de vista que nada possuem de teórico e são fundados no senso comum.

            O debate e o diálogo, as perguntas que desmontam as frases feitas, a pesquisa, entre outros, seriam formas de auxiliar o estudante a construir um ponto de vista articulado sobre a língua em estudo.

            Ao procurar compreender a língua e suas atualizações discursivas em textos, como sinônimos da comunicação humana, o estudante aprende a produzir textos para fins determinados.

            A aprendizagem do caráter produtivo da língua faz parte constante do controle sobre o texto que será elaborado. O fazer comunicativo exige formas complexas de aprendizagem. Deve-se reconhecer o quê e o como escrever, depois dessa análise reflexiva, tenta-se a elaboração, com a consciência de que ela será sempre provisória porque depende da avaliação do outro e de suas expectativas.

            Para que a aprendizagem do aluno favoreça a formação da sua cidadania e autonomia, os processos avaliativos devem ser sensíveis às diferenças que permeiam a sala de aula e o contexto socioeducacional, devendo, a prática avaliativa, facilitar o diálogo e a mediação entre as várias histórias de vida que a instituição educacional acolhe.

            Os conteúdos trabalhados na instituição educacional precisam ser abordados de forma que todos aprendam, cabendo aos professores a tarefa de viabilizar aprendizagens significativas, incluindo-se o desenvolvimento das habilidades, valores e atitudes. Consequentemente, a forma de ensinar e de avaliar os conteúdos permitirá ao aluno uma visão ampliada das diversas relações estabelecidas entre os componentes curriculares e as áreas do conhecimento, e da função que elas assumem na sua formação. Espera-se, portanto, que o processo de avaliação desvele ao aluno o que ele aprende e como ele aprende, para que o mesmo desenvolva a confiança em sua forma de pensar, de analisar e de enfrentar novas situações.

Instruções para a vida


1. Dê mais às pessoas do que elas esperam e faça com alegria.
2. Decore o seu poema favorito.
3. Não acredite em tudo que você ouve, não gaste tudo que você tem e não durma tanto quanto você queria.
4. Quando você disser "Eu te amo", seja verdadeiro.
5. Quando você disser "Sinto muito", olhe para a pessoa nos olhos.
6. Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.
7. Acredite em amor a primeira vista.
8. Nunca ria dos sonhos de outra pessoa.
9. Ame profundamente e com paixão. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente.
10. Em desentendimentos, brigue de forma justa. Não use palavrões.
11. Não julgue pessoas pelos seus parentes.
12. Fale devagar, mas pense com rapidez.
13. Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Por que você quer saber?"
14. Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.
15. Ligue para sua mãe.
16. Diga: "Saúde" quando alguém espirrar.
17. Quando você perder, não perca a liçao.
18. Lembre dos três R's: Respeito por si próprio, Respeito pelo próximo, Responsabilidade pelas suas ações.
19. Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.
20. Quando você se der conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.
21. Sorria ao atender o telefone. A pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.
22. Case com um homem/mulher com quem você adore conversar. Ao envelhecerem, suas aptidões e conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.
23. Passe mais tempo sozinho.
24. Abra seus braços para mudanças, mas não abra mão de seus valores.
25. Lembre-se de que o silêncio as vezes é a melhor resposta.
26. Leia mais livros e assista menos TV.
27. Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás você poderá aproveitá-la mais uma vez.
28. Confie em Deus, mas tranque seu carro.
29. Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia.
30. Em desentendimentos com entes queridos, enfoque a situação atual. Não fale do passado.
31. Leia o que está nas entrelinhas.
32. Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.
33. Seja gentil com o planeta.
34. Reze. Há um poder imensurável nisso.
35. Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.
36. Cuide de sua própria vida.
37. Nao confie em um homem/mulher que nao fecha seus olhos quando beija.
38. Uma vez por ano, vá a algum lugar onde você nunca esteve antes.
39. Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar outros enquanto você for vivo. Esta é a melhor satisfação da riqueza.
40. Lembre-se que não conseguir algo que você deseja as vezes é um golpe de sorte.
41. Aprenda as regras e quebre algumas.
42. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele onde o amor um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
43. Julgue seu sucesso pelos coisas que você teve que renunciar para consegui-lo.
44. Lembre-se que seu caráter é seu destino.
45. Usufrua o amor e a culinária com abandono total.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Dia de Finados


O nascer para o além...
Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce noutro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando em nós, o
desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los.
De retroceder no tempo e segurar a vida.
Ausência: _ porque não há formas para se tocar.
Presença: _ porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez.
Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além, deixando esse vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos.
Sentimos, quando mergulhados em oração,
o ruído de seus passos e o som de suas vozes.
As lembranças dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar, quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir.
Esta saudade do tamanho do infinito, caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!

Texto: Pe. Juca

Significado do Dia de Finados

E-mail de Deus


Oi, como você acordou esta manhã? Eu vi você e esperei, pensando que você falaria comigo, mesmo que fosse apenas umas poucas palavras, querendo saber minha opinião sobre alguma coisa ou mesmo me agradecendo por algo bom que aconteceu em sua vida ontem.
Mas eu notei que você estava muito ocupado, tentando encontrar uma roupa que ficasse boa em você para ir para o trabalho. Então, eu esperei outra vez.
Quando você correu pela casa, de um lado pro outro, já pronto, eu sabia. Eu estava lá. Seriam certamente poucos minutos para você parar e dizer algo, mas você estava realmente muito ocupado.
Mas, por um momento, você pensou que tinha que esperar 15 minnutos e gastou este tempo apenas sentado em uma cadeira, fazendo nada. Estava apenas sentado. Então eu vi você se mexer, rapidamente, olhando para os seus pés que se movimentavam, e eu pensei que você queria falar comigo. Mas você correu para o telefone e ligou para um amigo para contar as ultimas fofocas.
Eu vi você, quando você foi para o trabalho, e eu esperei, pacientemente,o dia inteiro.
Com todas as suas atividades,e eu achei que você estaria realmente muito ocupado para dizer-se alguma coisa.
Eu notei que, antes do almoço, você olhou ao seu redor, talvez você se sentiu sem jeito ou com vergonha de falar comigo.
Isto é, porque você não inclinou sua cabeça?
Você procurou observar 3 ou 4 mesas, e alguns de seus amigos falando comigo, brevemente, antes deles começarem a comer.
Mas você não falou comigo.
Tudo bem! Ainda existe mais tempo, que sobrará hoje, e eu tenho esperança que você ira falar comigo ainda.
Mas você foi para casa e parecia que tinha muitas e muitas coisas, parafazer ainda hoje.
Depois de você ter terminado algumas delas, você ligou a televisão.
Eu não sei se você gosta ou não de ver televisão mas apenas por estar ali assistindo, você gastou muito do seu tempo, quase todo o seu tempo em frente da TV, não pensando em nada mais, apenas curtindo o programa.
Eu esperei, pacientemente outra vez, enquanto você estava assistindo TV e comeu a sua comida, porém mais uma vez você não falou comigo!
Hora de ir para cama, hora de dormir.... Eu acho que você deve estar muito cansado.
Depois você disse boa noite para a sua família, pulou na sua cama caiu no sono e dormiu rapidamente.
Tudo bem, ok, porque talvez você não saiba que eu sempre estou lá com você, sempre do seu lado.
Eu tenho muita paciência, muito mais do que você pode imaginar.
Eu mesmo quero lhe ensinar como ser paciente com as outras pessoas e como ser bom.
Eu amo tanto você que eu espero todos os dias, eu espero por um sinal seu, um simples inclinar de cabeça, uma oração, um pensamento ou agradecimento por parte de seu coração. Sabe, é muito dificil, em uma conversa, só existir um lado, só um conversar. Bom, você vai se levantar outra vez para um novo dia, e mais uma vez, e mais outra vez e outra vez, e serão muitas vezes ainda que eu estarei lá, talvez esperando por nada, mas com muito amor para você, esperando que hoje você possa me dar alguma atenção, um pouco de seu tempo.
Seu sempre amigo, Deus.