O professor então disse, "Ok, vamos fazer um
experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas
nas provas.
Todas as notas serão concedidas com base na
média da classe, e, portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o
que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém
receberá um "A".
Após calculada a média da primeira prova
todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos
que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os
preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer
forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles
também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda
média das provas foi "D". Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi
um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os
alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das
aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal
causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer
parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para
beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela
disciplina... , para sua total surpresa.
O professor explicou: "o experimento
socialista falhou porque quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso
individual é grande. Quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar
coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais
vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba,
Coréia do Norte e Venezuela; e o Brasil e Argentina, que estão chegando
lá.."
1. Você não pode levar o mais pobre à
prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de
trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém
sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é
impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la; e,
5. Quando metade da população entende a
ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá
sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena
trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de
uma nação.
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